Blog do Jetro

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Resumo da semana de um gestor ambiental...

Depois de um longo tempo de resistência...fui fazer o registro definitivo no CRQ IV Região SP, que quer dizer: Conselho Regional de Química. Ou seja, tenho um conselho pra me dar conselhos...Lá, encontrei a gestora ambiental Juliana. Que bacana. Estudamos juntos na UMC Villa Lobos. Ela fez o registro antes de mim e estava fazendo alguma renovação na carteirinha...Ela me perguntou: "Jetrão, me arruma um parque pra administrar. Voce é "fera" no PV. Conhece todo mundo...". Eu respondi: Me manda um currículo, vou enviar pra um amigo e ver o que é possível...Sem te prometer nada!

Outra amiga, recém-formada em gestão ambiental, também me pediu a mesma coisa: um emprego.
Tenho outro amigo, também na mesma situação.

Tenho contribuído com a elaboração de uma monografia de uma estagiária na Secretaria de Meio Ambiente onde trabalhamos.

Vou contribuir com o TCC de um colega de trabalho.

Estou em processo de revisão do Plano de Gestão de Resíduos de Mairiporã. Isto deve ser feito logo após todas as Consultas e Audiências Públicas.

Estou preparando uma aula de 3 horas, na Umapaz, sobre Gestão Integrada de Resíduos Sólidos.

Vou fazer uma entrevista no Senac Campinas para a área de Docência.

Vamos indo...

jetro. 


  

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Partido Verde no Mundo...by Turtelli - PV/SP

PV Mexicano quer GLP substituindo a lenha de uso doméstico.

O porta-voz do Partido Ecologista Verde do México, deputado Arturo Escobar e Vega, disse estar trabalhando pela adequação dos preços do GLP, em abundancia em seu país,
para servir de substituto à madeira, visto que, entre 25 e 28 milhões de mexicanos usam lenha como combustível doméstico, causando danos à saúde e ao meio ambiente.
O parlamentar verde reconheceu a importância da indústria do GLP, que pode proporcionar melhores condições de vida aos consumidores de energia domestica, visto que o impacto ecológico do uso de lenha é muito mais grave. Argumentou que, para isso, é necessário um política capaz de convencer a sociedade sobre os efeitos nocivos do consumo da lenha e os benefícios (paliativos) na utilização do GLP.

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Eleições 2013: PV Australiano defende politica de asilo mais branda

A líder do Partido Verde Australiano, Senadora Christine Milne, lançou oficialmente, no último sábado (23/8), no Centro de Convenções Nacional, em
Canberra, a campanha eleitoral da legenda, prometendo uma minuciosa investigação no Senado para analisar as implicações legais, financeiras e
morais da política para refugiados mantida pelo atual governo. 

Segundo Milne, as políticas dos Verdes para os refugiados poderiam economizar 3.200 milhões dólares, visto que elas reduziriam o número de pessoas na detenção, causando uma significativa redução nos custos de funcionamento dos alojamento.

Em seu primeiro lançamento nacional de campanha como líder do Partido Verde, a senadora Milne também prometeu, em referência ao poluidor transporte ferroviário de carvão, apresentar uma “Lei do Ar Limpo”, que irá definir normas nacionais de

qualidade do ar. As eleições australianas ocorreram no próximo dia 7 de setembro.

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fonte:Verdes da Gringa - Notícias Verdes Planetária
Ano – Nº -­‐ Edição eletrônica de 25.08.2013 -­‐Editado 
Distribuído por Claudio Turtelli (turtelli43@gmail.com)


quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Conferência do Meio Ambiente foca na destinação de resíduos sólidos.

A 1ª Conferência Municipal do Meio Ambiente de Curitiba, realizada no último sábado, 17, no Salão de Atos do Parque Barigui, reuniu cerca de 300 pessoas e estabeleceu metas e proposições que serão levadas paras as conferências Estadual e Nacional respectivamente.  De acordo com o secretário Municipal de Meio Ambiente, Renato Lima (PV), as ideias e princípios formulados na Conferência Municipal serão essenciais para o desenvolvimento sustentável de Curitiba e servirão para o Paraná e para o Brasil. “Nossa expectativa é que o resultado das discussões daqui seja potencializado nas conferências Estadual e Nacional. Elaboramos diretrizes importantes em todos os eixos de discussão”, ressaltou o secretário. 

O tema central foi a Política Nacional de Resíduos Sólidos, dividido em quatro eixos principais: 
Produção e consumo sustentável; 
redução dos impactos ambientais; 
geração de emprego e renda; e 
educação ambiental. 

“Dentre as proposições posso destacar a decisão para despoluição dos nossos rios e um entendimento com a Sanepar para o devido tratamento do esgoto. Além disso, avançamos nas propostas por uma cultura sustentável, privilegiando a compra de produtos que gerem pouco ou nenhum resíduo”, disse Lima, destacando que a Conferência foi um bom momento para a cidade. “Pela primeira vez nos reunimos em Curitiba para tratar especificamente dos temas relacionados ao Meio Ambiente. Isso é histórico”. O secretário também destacou a ampla representação na Conferência, com a presença da sociedade civil organizada, representantes dos governos e casas legislativas, ONGs e outras instituições. Além do secretário, que faz parte da Executiva Estadual do Partido Verde, se fizeram presentes a deputada federal Rosane Ferreira, presidente do PV estadual, o seu vice, vereador e presidente da Câmara de Curitiba, Paulo Salamuni e o superintendente de Controle Ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Raphael Rolim de Moura, secretário Estadual de Relações Institucionais do PV. Para Raphael Rolim de Moura, o destaque da Conferência foi o alto nível das discussões. “Todos tiveram liberdade para expor suas demandas e acredito que os segmentos que participaram, como o dos catadores, por exemplo, saíram fortalecidos”, disse. 

Na abertura da Conferência, a deputada Rosane falou sobre os desafios que a cidade de Curitiba tem pela frente. “No Congresso, quando falamos em meio ambiente, os deputados de outros estados dizem que somos um exemplo, que reciclamos o lixo e respeitamos a natureza, porém nós sabemos que há muito por fazer para que Curitiba seja uma cidade sustentável. São várias questões a serem melhoradas, desde a coleta, por exemplo. Os trabalhadores da coleta domiciliar de resíduos são expostos a uma rotina extenuante de trabalho, a um esforço físico absurdo. Estou certa que esta conferência pode apontar saídas para muitos dos nossos problemas”, destacou a deputada. As propostas defendidas na Conferência Municipal serão rediscutidas na Conferência Estadual, a ser realizada em Foz do Iguaçu nos dias 5 e 6 de setembro e na IV Conferência Nacional de Meio Ambiente, que acontece em Brasília, de 24 a 27 de outubro. 

Fonte : PV.PR - See more at: http://pv.org.br/2013/08/21/conferencia-do-meio-ambiente-foca-na-destinacao-de-residuos-solidos/#sthash.648Icm95.dpuf

Dep. Federal do PV Penna questiona importação de pescado no País.

O presidente da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, deputado Penna (PV-SP), questionou a importação de 1,234 bilhão de dólares (cerca de R$ 3 bilhões) de pescado, face o Brasil ter o maior potencial aquícola do mundo. A reclamação foi feita durante audiência pública do colegiado que discutiu o Sistema Pesqueiro Nacional. O deputado Penna acrescentou que o País importa peixe até do Vietnã. “Além de salmão, merluza, atum, tantos outros… E nós com possibilidade de ser, pelo menos, autossuficiente.” O parlamentar reclamou ainda que, apesar de dispormos de 8.500 Km de extensão de costa e de 13,7% de água doce do Planeta, o setor pesqueiro nacional é responsável por apenas 7% do Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio que, em 2010, representou 22,34% do PIB total. Produção real –  Já o secretário de planejamento e ordenamento da Pesca do Ministério da Pesca e Aquicultura, Flávio Bezerra, ressaltou que tais dados podem estar equivocados. “Ao longo da costa brasileira, quase 9 mil km de praia, temos o pescador artesanal, que chega do mar e vende o peixe ao atravessador. Esse atravessador leva o produto para a cidade e para as vilas e vende. Esse produto não é computado pelo governo, então fica fora desse cálculo do PIB, essa produção real.” Flávio Bezerra disse que o governo pretende dobrar a produção nos parques aquícolas, com investimentos da ordem de R$4 bilhões. Ele criticou a diferença de preço do peixe no restaurante do que o que é pago ao pescador. Para ele, se não houver incentivo à produção artesanal pesqueira, daqui a uns anos não se terá renovação na mão de obra, porque os filhos de pescadores estão desestimulados a continuar a atividade familiar. Alimentação escolar –  O deputado Penna sugeriu um projeto de lei criando percentual de peixe na alimentação escolar, o que geraria demanda para o produto nos grandes centros, além de melhorar a qualidade intelectual do povo brasileiro já na infância. “Nós precisamos suplementar a alimentação de nossas crianças, para que elas tenham maior poder de compreensão. Em muitos países do mundo, já estão fazendo isso. Eu tenho um projeto de lei aqui com a vitamina D. Enfim, eu ando me preocupando muito para a gente poder ter uma geração de brasileiros de grande capacidade e agilidade mental.” 

Fonte: Agência Câmara - Foto: Estefania Uchôa/CMADS - See more at: http://pv.org.br/2013/08/21/penna-questiona-importacao-de-pescado-no-pais/#sthash.phBr9adq.dpuf

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Banca oferece jornais e revistas impressos na hora para evitar desperdício de papel.

Redação Portal IMPRENSA | 20/08/2013 13:30

Lançada em Estocolmo, capital da Suécia, a primeira banca de impressão instantânea de publicações impressas do mundo. Ela permite que o leitor escolha os jornais e revistas que quer comprar e os imprime em apenas dois minutos. O pagamento por ser feito por cartão de crédito.

Crédito:Divulgação
http://portalimprensa.uol.com.br/content_file_storage/2013/08/20/meganews.jpg
Sistema evita encalhe de publicações e desperdício de papel

Segundo o Catraca Livre, com a tecnologia de impressão da japonesa Ricoh, a sueca Meganews quer revolucionar o mercado editorial. A criação promete evitar desperdício de papel e o encalhe de impressos.

As revistas instantâneas são criadas a partir de arquivos digitais e reproduzidas com qualidade similar à das impressoras digitais tradicionais.

Por conta da conexão com a Internet, há atualização instantânea quando surge uma nova edição ou alguma correção.

Opinião: O que se esconde por debaixo do tapete da reciclagem

Wilson da Costa Bueno | 06/06/2013 15:30

O Brasil recicla, segundo estatísticas amplamente divulgadas, mais de 90% das latas de alumínio, quase 80% do papelão ondulado e cerca de 2/3 dos pneus, índices comparáveis, para estes materiais, aos dos países mais desenvolvidos do mundo. Esses dados significam, portanto, que estamos caminhando rapidamente em direção à sustentabilidade?

Bem, a conclusão não é tão fácil assim e seria melhor analisarmos com mais atenção alguns fatos que estão subjacentes ao discurso empresarial da reciclagem. Reciclar é fundamental, mas o processo como um todo pode esconder armadilhas quando é analisado à luz dos autênticos indicadores de sustentabilidade. O raciocínio parece absurdo, mas é fácil de entender.

Toda questão complexa, como a que envolve a trama da sustentabilidade, precisa ser vista por todos os lados e a reciclagem é apenas um deles. A reciclagem serve, evidentemente, aos propósitos da sustentabilidade, mas também mascara alguns desvios importantes.

Quando as estatísticas indicam que estamos reciclando uma porcentagem específica de materiais (80%, 90%), elas não nos trazem toda a verdade; pelo contrário, propositalmente dissimulam uma situação nada favorável em termos de sustentabilidade. Há uma pergunta que fica sempre faltando (mas gritando dentro da consciência) e que a maioria dos empresários, dos fabricantes de latinhas de cerveja e refrigerantes, de garrafas e sacolas plásticas ou mesmo de papel esconde atrás das porcentagens: mas a produção destes materiais têm, proporcionalmente, diminuído?

Aí está o problema colocado de maneira correta. Estamos reciclando mais (nem tanto como seria necessário, como a gente ainda poderá ver) porque estamos produzindo mais e isso significa que, em vez de economizar os recursos naturais, os estamos dilapidando com maior intensidade. É como aquela história de redução do desmatamento da Amazônia: não dá para saudar, por exemplo, 3% a menos em relação ao mês anterior porque o volume de degradação florestal é sempre alarmante. Um dia, quando houver pouco para desmatar (e esse dia promete chegar, se continuarmos fazendo esta besteira), as porcentagens de desmatamento diminuirão. É para rir ou para chorar?

A produção e o consumo dos materiais a serem reciclados aumentam sensivelmente e os que estão interessados em promover a reciclagem não estão, por outro lado, nem um pouco interessados em produzir menos e a desestimular a redução do consumo. O capitalismo tem a sua lógica e mesmo a sustentabilidade se submete a ela. Reciclar dá dinheiro, e, como todos sabemos, muito mais para os empresários e os intermediários do que para os catadores de papel, de latinhas e de garrafas plásticas.

É preciso mudar de postura, reciclar o conceito, não cair no engodo de festejar estatísticas que servem também para nublar a verdade. A reciclagem é uma alternativa, mas, de per si, não é a solução.

O que, efetivamente, precisamos é produzir menos lixo, fabricar menos latas, vidros e plásticos, consumir com mais consciência, não acreditando (porque é mesmo história da carochinha) que alguém depois irá limpar os resíduos que despejamos no planeta. Não há reciclagem que suporte tanta porcaria e, por isso, construímos cada vez mais lixões, aterros e emporcalhamos nossos rios com bagulhos de todo o tipo. Mais recentemente, iniciamos a criação desenfreada de lixo eletrônico (computadores, televisões e celulares, principalmente) e os fabricantes que pregam o “marketing verde” estão pouco se lixando para o seu destino. Você sabia que menos de 5% dos celulares são reciclados e que os computadores incluem materiais absolutamente perigosos para a vida humana e para a mãe-terra? Onde estamos enfiando tantas pilhas e baterias?

É muito bonito ver o esforço de algumas prefeituras, campanhas empresariais e de milhares de adultos e crianças que se empenham para separar o lixo, mas é lamentável constatar que menos de 10% dos municípios brasileiros fazem a coleta seletiva, ou seja, o material fica separado apenas nas latas coloridas e depois é novamente reunido em depósitos de lixo a céu aberto.

É verdade que centenas de milhares de pessoas (você já não flagrou uma delas remexendo o seu lixo na porta de casa) estão buscando algum sustento com o material jogado fora e que outros milhares de catadores (há cooperativas importantes no Brasil) vivem desta coleta penosa. Mas talvez você ignore outro dado: a indústria é quem fica com a maior parcela do ganho deste trabalho e os pobres catadores são de novo os explorados nesta história, com um ganho médio mensal desprezível. Algum fabricante cínico (há muitos, sabia?) é capaz de argumentar que produz mais porcaria para ajudar os necessitados e ainda pode ter a desfaçatez de concorrer a prêmio de responsabilidade social Você não se lembra do raciocínio maluco da indústria tabagista que chegou a argumentar que o fumo ajudava a desonerar a previdência num país europeu porque contribuía para que as pessoas morressem mais cedo?

A relação entre reciclagem e meio ambiente não é também tão saudável assim. Examinemos alguns aspectos. A fabricação de papel reciclado incorpora também substâncias tóxicas e o mesmo acontece no processo de reciclagem de aço e de alumínio. Além disso, como demonstrou o pesquisador Francides Gomes da ESALQ – Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da USP, a fabricação do papel reciclado branco gera seis vezes mais efluentes do que a do papel virgem e também consome mais energia. Ou seja, o processo está longe de ser sustentável, a não ser que o nosso conceito de sustentabilidade seja tão cosmético quanto o praticado por indústrias agroquímicas, mineradoras, de papel e celulose e de outros segmentos insustentáveis menos votados.

A reciclagem não pode ser vista como um fim em si mesmo, o que não quer dizer que não devemos praticá-la. Muito pelo contrário: um dos pressupostos da postura sustentável é reutilizar os materiais, as embalagens, as sobras de comida (mamãe fazia bolinhos maravilhosos com o arroz que sobrava!), enfim evitar o desperdício.

Fique atento (a) ao discurso da reciclagem e não se deixe levar pelas estatísticas que falseiam a verdade. Em tempo: reciclamos menos da metade do vidro, menos de ¼ das embalagens longa-vida, 1/5 apenas dos plásticos e só 3% dos materiais orgânicos. Estamos ainda mal na fita e não pega bem continuarmos sorrindo, enquanto trocamos mensalmente de celular, carregamos dezenas de sacolinhas plásticas (cada vez mais vagabundas, facilmente rasgáveis e, portanto, inaproveitáveis) dos supermercados.

É preciso reciclar os nossos conceitos de reciclagem e reagirmos ao discurso hipócrita de muitos fabricantes que não têm a coragem de assumir a sujeira que andam espalhando por aí.

Recicle sempre, sobretudo os seus velhos hábitos de consumo.

Que a mídia brasileira seja mais investigativa e não fique servindo de “mula” ou “laranja” para empresas que fabricam latas, vidros, papel, sacolas plásticas e porcentagens, muitas porcentagens.

Uma dica: cuidado com as embalagens de agrotóxicos (veneno puro), com o resto da sua farmacinha caseira (sabia que existe, comprovadamente, uma poluição de medicamentos e que você pode estar tomando antibióticos sem querer da água da torneira de casa?), e com tudo aquilo que você anda descartando sem dó.

É preciso certamente reciclar as latinhas, as sacolas de plástico, os papéis etc mas talvez seja mais importante reciclar também a cabecinha insustentável dos fabricantes e os nossos desejos insaciáveis de consumo não consciente.


fonte: http://portalimprensa.uol.com.br/noticias/wilson+da+costa+bueno/59195/opiniao+o+que+se+esconde+por+debaixo+do+tapete+da+reciclagem

Fernando Gabeira estreia como comentarista no “Jornal da CBN”


Redação Portal IMPRENSA | 20/08/2013 14:30
·          
A partir de setembro, o jornalista Fernando Gabeira vai estrear como comentarista no "Jornal da CBN". Ele participará do quadro "Que semana é essa?", onde falará sobre os assuntos que mobilizam a opinião pública no país e no mundo.


Crédito:Divulgação
http://portalimprensa.uol.com.br/content_file_storage/2013/08/20/gabeira2.jpg
Jornalista vai comentar notícias do Brasil e do mundo na CBN

A contratação de Gabeira faz parte da estratégia da CBN de lançar o "time das oito", um grupo de comentaristas que vão aparecer a cada dia da semana no "Jornal da CBN".

As segundas-feiras terão a participação de Gabeira. Nas terças e quintas Sergio Abranches falará sobre meio ambiente no quadro "Ecopolítica" e às quartas será a vez de Walter Maierovitch e seu "Justiça e Cidadania". A sexta-feira ainda está vaga, mas o nome do comentarista deste dia deve ser anunciado em breve.

O âncora do jornal, Milton Jung, afirma que a mudança trará agilidade e debate para o programa. “Em sintonia com o ouvinte, o "Jornal da CBN" se torna ainda mais plural ao investir na diversidade de opinião", diz o jornalista.

Gabeira também terá um comentário semanal no "CBN Rio", comandado por Octavio Guedes e Lilian Ribeiro.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Exmo. Sr. Presidente dos Estados Unidos - Mr. OBAMA.

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Gráfico dos países mais populares entre os visualizadores do blog
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Estados Unidos
30
Brasil
14
Sérvia
5
Alemanha
4
França
1
Holanda
1

Sabemos que os Estados Unidos tem espionado o Brasil.

Sabedor dessa espionagem, pergunto:

Seu Obama, por que está de olho em mim por meio do meu blog? 

Percebi que nos últimos meses o seu País tem ficado sempre em primeiro na lista dos países que leêm o meu blog.

Publiquei recentemente um vídeo bacana do Tom Zé que fala do companheiro Bush.

De resto, nada mais que possa provocar uma guerra entre nossos países.

Um beijo e um abraço Obama, seu seu fã.

Jetro Menezes

Jô Entrevista - Cantor Tom Zé lança novos CD e DVD Parte 1/4

Entulhos e Móveis velhos tem lugar pra destinar?

Artigo do Jetro para a Revista Plurale.

19/08/2013 | 06:44 

20 anos de ambientalismo: muitos avanços ideológicos e poucos resultados práticos

Por Jetro Menezes, Colunista de Plurale

Em 20 anos de ambientalismo, já vi de tudo. Ações e decisões boas e outras não tão boas assim. Exemplos das boas: leis que surgem aos montes, programas de coleta seletiva que vão pipocando nas prefeituras e nas empresas, a criação e os investimentos de todas as esferas de Governo para as cooperativas de catadores, a criação da Política Nacional de Resíduos Sólidos e a exigência de Planos Municipais para as prefeituras, entre outros programas. Exemplos das não tão boas: a falha na fiscalização ambiental em todas as cidades, o enfraquecimento ou esvaziamento dos Conselhos das Bacias Hidrográficas, a educação ambiental rasa e pouco crítica, raros programas de coleta seletiva implantados em cidades e empresas, uso e ocupação do solo sem a menor consideração com os aspectos ambientais, com invasão de áreas de mananciais, córregos poluídos e falta de saneamento básico expressos em números cada vez mais assustadores.
De tudo o que vi nesses anos, porém, o mais decepcionante na área de meio ambiente é o efeito inexpressivo dos cursos de gestão ambiental, sejam técnicos ou superiores. Grande parcela dos formados nessa área nos últimos 10 anos não está atuando no mercado. Tenho contato com amigos que estudaram comigo e que ainda não estão atuando no setor. Se os cursos foram criados, entendo que seriam para atender uma demanda do mercado. Da mesma forma, entendo que há espaço para a atuação de muitos gestores ambientais nas empresas e principalmente nas prefeituras. Os municípios estão carentes de profissionais técnicos e os gestores ambientais estão prontos para arregaçar as mangas. Esses profissionais podem elaborar o Plano de Gestão de Resíduos para as prefeituras, conforme exigido na PNRS, podem criar um Programa de Educação Ambiental, organizar um Programa de Arborização, criar um Programa de Coleta Seletiva e muito mais. Os setores público e privado precisam da figura do gestor ambiental para solucionar problemas e levar respostas para suas cidades e empresas.
Outro dia fiquei triste ao conversar sobre o assunto com um Ambientalista - com “A” maiúsculo - numa padaria em São Paulo. Ele, fundador de um instituto ambiental de renome, mostrou-se desanimado. Inclusive, está abrindo mão do instituto porque uma profunda falta de perspectiva tomou conta dele. Sua desistência se baseia nas formas, no mínimo estranhas, de relação com a sociedade civil organizada. O único lado bom desse fato é que meu amigo Ambientalista vai doar livros, vídeos e cartilhas para a Prefeitura de Mairiporã, em São Paulo.
Minha experiência em meio ambiente não começou em faculdade e não foi por modismo, mas pela paixão. Fui aprender na prática. Comecei a pesquisar sobre a área de resíduos sólidos em 1994 no Limpurb (Departamento de Limpeza Urbana do Município de São Paulo). Fui muito bem recebido e consegui um excelente material técnico que tem servido de base até os dias atuais. Fundei um movimento de cultura e meio ambiente que realizava eventos abertos ao público. Aprendi a fazer papel reciclado. Li muito, me formei como gestor ambiental, fiz especialização em saneamento ambiental e auditoria ambiental. Sou docente universitário na disciplina de gestão ambiental, consultor ambiental num escritório próprio e tenho uma vasta experiência em gestão pública. Nessas andanças pelas prefeituras, tive a oportunidade de escrever dois Planos de Gestão de Resíduos e dois Programas de Coleta Seletiva, sementes que espero ver germinarem.
Depois de tanto envolvimento, cheguei à conclusão de que, nesses primeiros 20 anos de ambientalismo, muito se falou e pouco se fez de fato! Fazer eventos, do tipo “pão e circo”, para comemorar o Dia do meio ambiente não são suficientes para gerar consciência crítica. Plantio de árvores sem controle e manutenção não tem futuro certo. As prefeituras não estão preparadas para atender demandas nas áreas de meio ambiente, pela falta de quadros técnicos capacitados – apenas cerca de 10% dos municípios brasileiros entregaram os seus respectivos Planos de Resíduos, repito, exigidos por lei. A sociedade tem se alimentado de teoria. Sempre surge uma terminologia nova para um tema antigo e as pessoas ficam vislumbradas. Hoje, o termo sustentabilidade já se desgastou e o preferido passou a ser “logística reversa”.
Tratar gestão ambiental nas cidades de cima para baixo é continuar o mesmo erro cometido em anos de gestão equivocada. Meio ambiente deve ser discutido e construído no âmbito local. A Agenda 21 Local tem essa função e deveria ser um instrumento obrigatório para todas as prefeituras e empresas.
Espero que nos próximos 20 anos o meu texto seja mais animador, motivador, positivista. Espero não escrever mais sobre uma educação ambiental de baixíssimo impacto na sociedade. Espero que daqui a 20 anos, mais de 60% do lixo coletado no Brasil sejam reciclados. Que a água seja tratada e fornecida a todos e o tratamento de esgoto seja uma realidade em todas as cidades brasileiras. E que seja possível contribuir com a formação de mentes críticas para fazer a diferença nas suas cidades e nas suas empresas.




sexta-feira, 16 de agosto de 2013

PALESTRA NA VIRADA AMBIENTAL



Fui convidado para palestrar na VIRADA AMBIENTAL.

Domingo, 18 de agosto, às 16h, no Anfiteatro da Astrofísica, no Ibirapuera.

Tema: 20 anos de ambientalismo - Público e Privado.

Vou falar da minha experiência nesses anos dourados...

Vou choramingar um pouco, reclamar, criticar bastante...

Mas, também vou elogiar o que tem bom nessa area. E tem muita coisa boa acontecendo.

Vou dar minha opinião sobre a educação ambiental - forma e não formal.

Muito circo e pouca ação! 

Não vejo Educação ambiental sem o envolvimento da sociedade. Por meio da agenda 21 Local..

Eu tenho um sonho! Implantar uma agenda ambiental numa cidade.

Vá lá me ouvir e trocar uma ideia sobre tudo isso!!!

Jetro Menezes.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

VIRADA AMBIENTAL 2013

PARQUE MUNICIPAL SENHOR DO VALE

Dia 17/08/2013 (sábado)
10:00 ás 14:00hs. - Feira de troca de livro e árvore literária, local quiosque;
14:00 ás 15:30hs. - Palestra sobre questões ambientais, local quiosque.
16:00 ás 18:00 hs. – Jogos de vôlei, local quadra

Dia 18/08/2013 (Domingo)
10:00 ás 12:00hs. - Feira de troca de livros, local Quiosque;
11:00 ás 18:00 hs. – Festival de Reggae (Jaramaica), local quadra esportiva.

Dia 24/08/2013 (sábado)
10:00 as 14:00hs. - Feira de troca de livro e árvore literária, local quiosque;
10:00 as 11:00hs. – Apresentação da peça “ O conto da caixa que conto” com os autores Denize Olímpio e Lucas Gomes. Publico infantil, local Quiosque.
15:00 ás 16:30hs. – Apresentação de Capoeira com o mestre Marlon e alunos, local Quadra desportiva.

Dia 25/08/2013 (Domingo)
10:00 ás 11:30hs. - Apresentação da peça “Planeta Agua” espetáculo musical sobre contos sobre água, publico infantil, local quiosque;
14:30 ás 15:30 hs. – Apresentação da peça literária de Machado de Assis “ Contos sobre machadiano” Companhia Paulista de Teatro, publico pré e adolescentes, local quiosque.



Parque Municipal Senhor do Vale
Rua Brás Parera, 487 – bairro parque Nações Unidas – Jaraguá
São Paulo – SP  CEP 02996-130
Email: parquesenhordovale@hotmail.com     Blog: parquesenhordovale.blogspot.com


quarta-feira, 7 de agosto de 2013

20 anos de movimento Verde...



Vou dar uma breve explicação sobre a minha trajetória no campo do meio ambiente.

Comecei em 1993 e até os dias atuais sigo nessa pegada.

Nesses 20 anos, já vi muitas coisas: boas e ruins.

BOAS:
- os cursos que surgiram para suprir as necessidades das empresas;

- a quantidade de árvores que se plantaram nesses 20 anos...só por mim, passaram mais de 10 mil árvores. Entre plantadas e doadas pelos locais que passei durante esses anos...

- o apelo da sociedade por ações sustentáveis;

- os jovens que estão estudando essa área;

- as leis que vão surgindo;

RUINS:
- as empresas não contratam os profissionais que se formaram nos últimos 10 anos;

- tem muita gente aventureira nessa área;

- as leis que não pegam por falta de fiscalização;

- continuam tirando o verde da nossa bandeira...(mesmo com o apelo de uma ONG que defende com unhas e dentes a Mata Atlântica.);

- a impermeabilização das cidades;

- o aumento absurdo de condomínios verticais / prédios;

e por aí vai...

Já ouvi muita besteira. A cada vento de doutrina, ou seja, uma palavra nova: Sustentabilidade, por exemplo, um monte de sem noção sai falando como se fosse especialista no assunto. E o pior, saem vendendo serviço...

Se me perguntarem o que acho, se houve avanços nessa área, vou dizer o seguinte:

Avanço haverá mesmo se ninguém fizer nada! Vá pesquisar o poder de resiliência da natureza e depois me fale.

Agora, entendo que muitos "especialistas" entraram nessa área pra "ganhar dinheiro", mas se deram mau.

Outro fator que nem precisa de mim pra falar é a quantidade de problemas nessa área. Enchentes, esgoto sem tratamento, rios poluídos, lixo jogados por todos os cantos das ruas, praças e áreas verdes, impermeabilização do solo, educação ambiental incipiente...

Sobre a Educação Ambiental, vale ressaltar que o que mais se fazem são eventos pontuais. Dia da árvore, dia do índio, dia do meio ambiente, dia da...enquanto isso, o meio ambiente sofre todos os dias as dores do parto por conta da poluição desenfreada desses loucos.

Pois bem, nesses 20 anos de verde vi, vivi e ouvi muitas coisas boas e ruins...mas, compete a mim filtrar aquilo que serve.

Faça a minha parte e sou feliz assim. Espero que possamos mudar nossas ações diárias para construir um futuro melhor para todos nosotros...

beijos.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Sim, nós podemos!


Sim, nós podemos!

É verdade! Nós podemos muita coisa, mas nem tudo nos convém...

Tem uma turma de evangélico que sempre diz: Tudo posso...

Mas, esquecem de ler o texto inteiro...tudo posso n'Aquele que me fortalece. Mas nem tudo me convém.

Podemos mudar o rumo da nossa vida? Sim.
Podemos passar na faculdade? Si.
Podemos parar de beber, de fumar...? Si.

Podemos cantar melhor? As vezes, sim.

Podemos emagrecer? Sim. É só se alimentar melhor e fazer exercícios.

Podemos escrever melhor? Si.

Podemos reciclar o nosso lixo? Sim! 

Podemos ser melhor? Sim, nós podemos!

Podemos comer carne? Sim.
Podemos não comer carne? Sim.

E aí?  

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Aprendi mais sobre os direitos dos animais...



Vivendo e aprendo a jogar...
Hoje, aprendi um pouco mais sobre os direitos dos animais...especificamente, cães e gatos.

O Fábio Delfino deu uma aula pela manhã pra mim, Lud e André.

Falou sobre:
Lei de Crimes Ambientais 9605/98 - artigo 32 que trata de maus tratos...
Adoção
Posse
Cuidadores ou Acumuladores ? Eis a questão...
PET humanization (?) 
Especismo (?)

Esses dois últimos me chamaram a atenção!

Pet Humanization - pelo nome já dá pra se ter uma ideia. A humanização de animais...Ou seja, colocar botinha no cachorro, chapeuzinho, óculos, pétalas de rosas no banho no ofurô, pintar as unhas, colorir os pelos e por aí avante...

Especismo - não podemos amar mais os animais que os seres humanos. Segundo o mandamento de Jesus Cristo na Bíblia Sagrada: Devemos amar o próximo...

Ou seja, estamos bem distante de uma realidade para a posse responsável dos animais domésticos.
Na minha modesta opinião de leigo no assunto, sou contra essa parafernália mercadológica para o mundo dos cães e gatos.

Sou contra muitas das coisas que vejo neste campo, mas, mantenho o respeito.

Sou contra esse tratamento humano que se dá pra cães e gatos.

Sou contra as pessoas que pegam cães e gatos sem condições de tratar.

Sou a favor das pessoas que tem somente aquilo que consegue cuidar. Mais que isso, é procedência maligna. É doença! Vai procurar ajuda de um especialista, seu cachorro!

Essa é a minha opinião.

A propósito, tenha UMA gatinha (felina), pesadinha, tricolor, temperamental...mais uma eu não aguentaria...

becitos me liga...


 jetro.


   

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Quer vinho, venha...


Fui visitar uma vinícola em Atibaia - Vinhos Artesanais Nardini. O seu Nardini, 89 anos, sempre tomando um vinhosinho...dois copinhos no almoço e dois copinhos no jantar...

Ele está muito lúcido! Mais atento que muitos caras com menos da metade da idade dele...

Pensei: vou tomar um vinhosinho todos os dias?

Aí, achei esse jornal com essa matéria sobre os benefícios do vinho para a saúde humana.

Já havia ouvido falar que esse tal de vinho faz bem pra saúde da gente.

Então...bebamos e comamos, porque amanhã, morremos...