Blog do Jetro

terça-feira, 30 de abril de 2013

MIL VISITANTES...EM UM MÊS!


MEUS CAROS, ESTOU FELIZ COM ESSE BLOG DO JETRO.

EM MENOS DE 01 MÊS, CHEGAMOS NAS MIL VISITAS...

Agradeço aos amigos e amigas...

Vamos comemorar com um boa cerveja gelada.

Obrigado e espero que a gente se divirta por aqui muito mais...

beijos,

jetro.

PAPEL RECICLADO - APRENDER FAZENDO...


1a Fase - Preparar a massa de papel que vai virar papel reciclado.


2a. Fase - Misturar a massa com a água para iniciar o processo;


3a Fase - Mostrar para os participantes a massa...isso tira o receio de colocar a mão na massa...é que ela parece uma gosma de papel.


4a Fase - Vamos fazer as primeiras folhas...Todos ansiosos...essa parte é muito boa.



5a Fase - Aquele primeiro papel vai tornar-se real...


6a Fase - todos querendo mais papel...rsrsrs


7a Fase - Folhas prontas, o que fazer?


8a Fase - Criatividade é tudo nesta hora. Use a imaginação, a criatividade e desenvolva a sua linha de produtos.

Quer fazer Papel Reciclado Manual?

Mande um email para a JetroAmbiental - 

menezes@jetroambiental.eco.br

ou ligue:

11 2803-0092

jetro.

CD Coletânea de Músicos Alternativos - Feira de Artes de Pirituba/1997


Em 1997, tivemos a oportunidade de organizar um CD Coletânea com várias bandas alternativas. 

Acabei de ouvi-lo e emprestei pro amigo Ludvigh ouvir. O rapaz gostou demais e até gravou o material.

Adoro, de vez em quando, ouvir esse CD. Me lembra de uma fase da minha vida onde me considerava um AGITADOR CULTURAL. Em 1997, estava iniciando a minha carreira em meio ambiente, cultura e cidadania.

O legal, é que tem uma faixa desse CD onde eu e mais uns 15 ou 16 amigos/músicos gravamos uma música.

Abraço pro amigos: RZO, Velho Malte, Só Kaxaça, Vagalume, Kolapso 77, Danone's...

Jetro



segunda-feira, 29 de abril de 2013

TUDO VIRA LIXO...

A roupa nova, o sapato novo, a carta do namorado (a), um presente de uma pessoa amada, uma embalagem, a boneca da infância, o animal de pelúcia, a comida processada no aparelho digestivo...tudo vira lixo!!!



Pra onde vai esse lixo?

Essa é a minha praia. Cada um tem o lugar certo para enviar, por exemplo:

Os recicláveis, para a reciclagem. Papel, vidro, plástico e metais são recicláveis e tem rumo certo. Eles vão para as cooperativas de catadores. Lá, eles separam por tipo, família, cor. Depois, prensa, enfarda e coloca nos caminhões para efetuar a comercialização. Esses recicláveis, são vendidos para empresas / indústrias fabricantes  que usam a matéria prima pós consumo para a produção.

A madeira, deveria ser triturada e reutilizada na compostagem. Depois, poderia ser usada nas praças e jardins da Cidade...Assim como, os alimentos gerados nas casas, escolas e em todos os locais que fazem refeição. Em SP, havia uma Usina de Compostagem. Foi fechada por conta do mau cheiro que exalava...

Os entulhos, esses também podem ser reutilizados.

Tudo vira lixo e a maioria tem destino certo!!!

jetro. 









Angola proíbe operação de igrejas evangélicas do Brasil


link: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2013/04/1269733-angola-proibe-operacao-de-igrejas-evangelicas-do-brasil.shtml


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PATRÍCIA CAMPOS MELLO
DE SÃO PAULO

O governo de Angola baniu a maioria das igrejas evangélicas brasileiras do país. 
Segundo o governo, elas praticam "propaganda enganosa" e "se aproveitam das fragilidades do povo angolano", além de não terem reconhecimento do Estado.


"O que mais existe aqui em Angola são igrejas de origem brasileira, e isso é um problema, elas brincam com as fragilidades do povo angolano e fazem propaganda enganosa", disse à Folha Rui Falcão, secretário do birô político do MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola) e porta-voz do partido, que está no poder desde a independência de Angola, em 1975.

Cerca de 15% da população angolana é evangélica, fatia que tem crescido, segundo o governo.

Em 31 de dezembro do ano passado, morreram 16 pessoas por asfixia e esmagamento durante um culto da Igreja Universal do Reino de Deus em Luanda. O culto reuniu 150 mil pessoas, muito acima da lotação permitida no estádio da Cidadela.

O mote do culto era "O Dia do Fim", e a igreja conclamava os fiéis a dar "um fim a todos os problemas que estão na sua vida: doença, miséria, desemprego, feitiçaria, inveja, problemas na família, separação, dívidas."

O governo abriu uma investigação. Em fevereiro, a Universal e outras igrejas evangélicas brasileiras no país -- Mundial do Poder de Deus, Mundial Renovada e Igreja Evangélica Pentecostal Nova Jerusalém-- foram fechadas.
Editoria de Arte/Folhapress

No dia 31 de março deste ano, o governo levantou a interdição da Universal, única reconhecida pelo Estado.

Mas a igreja só pode funcionar com fiscalização dos ministérios do Interior, Cultura, Direitos Humanos e Procuradoria Geral da Justiça. As outras igrejas brasileiras continuam proibidas por "falta de reconhecimento oficial do Estado angolano". Antes, elas funcionavam com autorização provisória.

As igrejas aguardam um reconhecimento para voltar a funcionar, mas muitas podem não recebê-lo. "Essas igrejas não obterão reconhecimento do Estado, principalmente as que são dissidências, e vão continuar impedidas de funcionar no país", disse Falcão. "Elas são apenas um negócio."

Segundo Falcão, a força das igrejas evangélicas brasileiras em Angola desperta preocupação. "Elas ficam a enganar as pessoas, é um negócio, isto está mais do que óbvio, ficam a vender milagres."

Em relação à Universal, a principal preocupação é a segurança, disse Falcão.

COMENTÁRIOS DO JETRO:
Conheço bem algumas igrejas que utilizam mecanismos, nada cristãos, para entrar na mente das pessoas.

Não sou a melhor pessoa pra falar dessas igrejas. Passei por algumas delas e não tive uma passagem muito feliz. Achei tudo muito estranho. Na minha opinião, falta cristianismo e sobra enganação.

Deveria ter um controle de qualidade dessas igrejas que usam de todas as artimanhas para enganar e colocar peso sob as pessoas frágeis.

Parabéns para o Governo Angolano. Tiveram a coragem que o Governo brasileiro não tem!

jetro.





Quem é o responsável pelo lixo?


Quem é o responsável pelo lixo?

Ora, de acordo com a Constituição Federal, o lixo é responsabilidade das Prefeituras. Até aqui, tudo bem.

Qual Secretaria é responsável? Meio Ambiente, Serviços, Obras, Urbanismo, Uso e Ocupação do Solo, Gabinete...

Na maioria dos casos, o lixo é responsabilidade da Secretaria de Obras e Serviços. Desde muito tempo, esta Secretaria que faz o serviço de limpeza nas Cidades. As vezes com estrutura própria e em outros casos, com empresa contratada, terceirizada.

Mas, nem sempre a população e até outras Secretarias, procuram a Obras e serviços para falar de lixo. Eles procuram o Meio Ambiente.

O Meio Ambiente, escreve o Plano de Gestão de Resíduos, organiza a coleta seletiva e recebe uma saraivada de vendedores de máquinas e equipamentos para solucionar todos os problemas com o lixo na sua Cidade.

A Secretaria de Meio Ambiente leva a fama sem ser a responsável pelo lixo na Cidade.

Minha opinião é a seguinte: que a gestão do lixo seja passada para a Secretaria de Meio Ambiente, com todas as questões envolvidas. Principalmente, os recursos financeiros para organizar e planejar as ações e as etapas de planejamento. Estamos numa nova fase nas administrações públicas e devemos pensar em novos formatos de organização.
Lixo, hoje, está mais para o meio ambiente do que para obras e serviços...

jetro.




sexta-feira, 26 de abril de 2013

Marina Silva tem que faxinar o Partido Verde, diz Christiane Torloni


matéria inteira

Deu na coluna da Monica Bergamo

DE SÃO PAULO

Uma das musas da causa ambiental no Brasil, Christiane Torloni, 56, acha que é perda de tempo Marina Silva tentar criar um novo partido, a Rede. "Ela deveria faxinar o Partido Verde, limpar o que é preciso e sair em campanha." A atriz viajará em julho para França e Portugal com o espetáculo de dança "Teu Corpo É Meu Texto". Ela conversou com a coluna em SP, no intervalo de um ensaio.


Folha - O que acha do novo partido de Marina Silva?


Christiane Torloni - Não sei se ela deveria abandonar o Partido Verde, que é reconhecido internacionalmente. Perde-se muito tempo criando novos partidos. Ela deveria faxinar o PV, limpar o que é preciso e sair em campanha. O Brasil tem essa mania de criar partidos, mas nas reuniões estão sempre as mesmas pessoas. É pena. Marina está jogando fora parte dos mais de 20 milhões de votos que teve [em 2010].

Já se filiou a algum partido?


Não. Por isso posso falar mal de todos. Sou cidadã e pago meus impostos.

O que pensa do deputado e pastor Marco Feliciano na Comissão de Direitos Humanos?


Complicado e pouco democrático. Mas esse assunto escondeu outro: quem é o novo presidente da comissão de Meio Ambiente? O senador Blairo Maggi [PR-MT, produtor de soja]. Um absurdo. Existe algo fora de ordem, como diria Caetano. Tenho medo que a democracia dê um golpe na própria democracia.

COMENTÁRIO DO JETRO
Sou do PV há 20 anos. Tenho minhas críticas em relação ao partido, assim como temos críticas e problemas na família, na igreja, na empresa, na escola, na faculdade e nas relações interpessoais.

Entendo o PV como uma alternativa política. Gosto do programa, do ideário, do sonho verde para a Nação...

Tem muita gente boa no PV!

Tem muito POLÍTICO de verdade, assim como eu, o Gabeira, o Turtelli, o Penna, o Mroz, o Prefeito Marcio Pampuri, o Beto Trícoli, o Vereador Trípoli, o Gilberto Natalini, o Eduardo Jorge...e tantas outras pessoas que fazem com que o PV não fique nas mãos de pessoas preconceituosas e que não fazem parte deste projeto de vida política...

Agora, quem tem boca, fala o que quer...

jetro.  

quinta-feira, 25 de abril de 2013

MEU LIVRO DE MEIO AMBIENTE...


Meu livro de Meio Ambiente...ainda não existe...
É um sonho. Um sonho que alimento há anos. Numa ocasião, cheguei a escrever sobre um determinado tema. Mas, parei...

Escrevo artigos para a Revista Plurale (www.plurale.com.br) sobre meio ambiente. Todos os meses mando um artigo...

Esse sonho não morreu, está adormecido no momento.

Temos o conteúdo e estamos buscando uma parceria com uma editora interessada num "escritor" que não tem muito controle na hora de falar e escrever...

Tem que ter coragem pra editar o meu livro...

abraços,

jetro menezes




quarta-feira, 24 de abril de 2013

SP ganhará 4 grandes centrais de reciclagem


As primeiras unidades, de Bom Retiro e Santo Amaro, deverão ser entregues no ano que vem; especialista critica concentração do serviço

24 de abril de 2013 | 2h 02
Tiago Dantas - O Estado de S.Paulo

Até junho do ano que vem, a Prefeitura pretende colocar em funcionamento duas megacentrais de triagem de material reciclável. Outras duas devem ficar prontas em 2016. A previsão é de que cada equipamento tenha capacidade para processar 250 toneladas de lixo por dia. A quantidade é um pouco maior do que as 240 toneladas que são processadas diariamente nas 20 centrais espalhadas pela capital.
Para viabilizar o projeto, a Secretaria Municipal de Serviços firmou um acordo com as duas empresas que fazem a coleta de lixo. O contrato que a Loga e a Ecourbis têm com a Prefeitura já previa que elas construíssem mais 17 pequenas centrais.
A proposta do governo foi trocá-las por quatro unidades maiores. As primeiras duas unidades ficarão em Santo Amaro, na zona sul, e no Bom Retiro, no centro. As outras megacentrais ficarão em São Mateus, zona leste, e na Vila Guilherme, zona norte.
O secretário de Serviços, Simão Pedro, acredita que a mudança pode ajudar o governo a atingir a meta proposta pelo prefeito Fernando Haddad (PT) de aumentar de 1,8% para 10% a quantidade de lixo reciclado no Município. "Para atingir a meta, vamos ter de ampliar o serviço e a velocidade da coleta", afirma o secretário. "Hoje, dos 96 distritos, só 72 têm coleta seletiva. Temos de levar a todo o Município."
Críticas. Embora seja necessário aumentar a porcentagem de lixo reciclado na capital, a construção de centrais de triagem muito grandes podem causar prejuízos, segundo o presidente do Instituto Brasil Ambiente, Sabetai Calderoni, que é consultor da ONU para gestão de resíduos sólidos. "A iniciativa é muito boa, mas o ideal é descentralizar o tratamento do lixo para evitar o custo de deslocamentos pela cidade."
Calderoni afirma que, em geral, um terço de tudo o que se gasta com a gestão do lixo vai para o transporte do material. "Uma central capaz de tratar 250 toneladas por lixo por dia é muito grande. É praticamente o que produz uma cidade de médio porte, com cerca de 300 mil habitantes. O mais indicado é ter pequenas centrais. Por seu tamanho, São Paulo poderia ter centenas delas."
Custo. As novas centrais devem custar cerca de R$ 6 milhões, além de ter despesa mensal de manutenção de R$ 300 mil, segundo Pedro. Por outro lado, a venda do material reciclado pode render até R$ 2 milhões por mês, segundo cálculos da secretaria. "Esse valor deve ser dividido para todo o sistema de coleta, não só para a cooperativa que operar a central."
Cada equipamento seria destinado a uma cooperativa de catadores de material reciclável, mas a renda pode ser dividida. Cinco cooperativas aguardam autorização da Prefeitura para trabalhar. Além das quatro megacentrais, a Secretaria de Serviços estuda a construção de nove unidades menores.

COMENTÁRIO do JETRO:

Não acho que a coleta seletiva em SP ou em qualquer outro lugar do MUNDO será resolvida com a construção de MEGA UNIDADES / MEGA GALPÕES / MEGA CENTRAIS...

Entendo que a Coleta Seletiva de SP ou no Brasil só alcançará resultados mais positivos, quando tiver um eficiente PROGRAMA de EDUCAÇÃO AMBIENTAL e uma COLETA SELETIVA eficaz.

Quando o Poder Público fazer a sua parte no processo, as empresas se comprometerem com a logística reversa e as pessoas terem pontos de entrega voluntária de recicláveis. 

abraço.

Jetro Menezes  



Lista de Cooperativas de SP


Cooperativas de Coleta Seletiva existentes na Cidade de São Paulo/SP

Cooperativa Tietê - Av. Salim Farah Maluf, 179 - Tatuapé - Tel.: 2092-3668 / 2092-3102
Coopere-Centro - Av. do Estado, 300-A - Bom Retiro - Tel.: 3326-4512 / 3313-6350
Cooperação - Rua Frobem, 99/101 - Vila Leopoldina - Tel.: 3836-9043 / 3832-0992
Cooperleste - Estrada Fazenda do Carmo, 450 - São Matheus - Tel.: 2013-2126
Tiquatira - Av. Ernesto Augusto Lopes, 100-A - Parque Novo Mundo - Tel.: 2631-6092
Cooperativa Sem Fronteira - Rua Gal.Jerônimo Furtado, 572 - Jardim Cabuçu - Tel.: 2249-1736
Cooperativa Vitória da Penha - Rua Lagoa de Dentro, 170 - Vila Silvia - Tel.: 2541-9298 / 2547.0261
Coopercaps - Av. João Paulo da Silva, 48 - Vila da Paz - Tel.: 5667-7937 / 5667-9961.
Nova Conquista - Rua Cembira, 1100 - Vila Curuça - Tel.: 2514-9333 / 2512-8606
Coopervivabem - Av. Presidente Castelo Branco, 7729 - Vila Leopoldina - Tel.: 3644-7532 / 3644-6867 / 3833-9022
Cooperativa Crescer - Rua Joaquim Oliveira Freitas, 325 - São Domingos - Tel.: 3902-3822 / 2614-4134
Cooperativa União - Rua São Felix do Piauí, 1221 - V.Carmosina - Tel.: 2217-3850
Coopermyre - Avenida Miguel Yunes nº 347 - Vila Sabará - Tel.: 5612-4723 / 5612-8997
Vira Lata - Rua Nella Murari Rosa, 40 - Raposo Tavares - Tel.: 3641-6337 / 3733-1497
Fênix Agape - Rua Manuel Bueno da Fonseca, 503 - Jd. Camargo Novo - Tel.: 3537-3797 / 2562-2829
Cooperativa Nossos Valores - Rua Nossa Senhora do Socorro, 218 - Capela do Socorro - Fone: 5641-0218
Coopermiti - Rua Doutor Sérgio Meira, 268 / 280 - Barra Funda - Tel.: 3666-0849 / 3666-9014
Cooperativa Chico Mendes - Rua Cinira Polônio, 369 - Parque São Rafael / São Mateus - Tel.: 2752-9446
Cooperativa Nova Esperança - Rua Japichauá, 311 - Vila Jacuí - Tel.: 2214-2350
Cooperpac - Estrada do Barro Branco, 1239 - Jardim Noronha / Grajaú - Tel.:5528-1674

terça-feira, 23 de abril de 2013

Mais uma da série Gilberto Gil...


Kaya na gandaia...com Gilberto Gil...




3 passarinhos...com Gilberto Gil


Adoro ouvir essa música e este clip é muito massa.

Tem muita música boa pra se ouvir...e essa é uma delas.

Isso sem falar naqueles músicos que a gente nem nunca ouviu falar...

boa de ouvir e dançar...

abraço.

jetro.

Titiohai...Tio e Pai...


música - Avohai, com Zé Ramalho.

Um dia meu sobrinho me falou: Jé, voce pra mim é um titiohai. Voce é meu tio e pai.

Não é lindo o meu sobrinho?

Um beijo, Lucas.

TitioHai, Jetro.

Um táxi pra estação lunar...por favor.


Zé Ramalho é um dos músicos que mais gosto de ouvir.

Fui ao show do caboclo e adorei!

Indico para todos que ainda não tiveram a oportunidade de ouvir...

pesquise mais músicas dele e divirta-se!

jetro.

Frescura de mulher...


Quem já viu o filme: BICHO DE SETE CABEÇAS?

Tem que ter estômago.

Quando vi o filme pela primeira vez, lembrei demais da minha mãe...Ela sofreu muito por conta da depressão...na época dela, era considerada como: "frescura de mulher"...

Ela chegou a ser internada no pinel por várias vezes.
Tomou choque, remédios e apanhou.

Mas, o filme é muito bom. Assistam!

jetro M.

Jetro entrevistado na Record News....sobre? Lixo.



Entrevista para o Programa Ressoar sobre Coleta Seletiva.

Mais uma vez, fui convidado pra falar de lixo e suas nuances...

abraço.

Jetro M.

LIÇÃO DE VIDA...ou morte...

Foto: No fim, acaba sendo isso...

A vida já é muito difícil para canalizar esforços naquilo que não traz a paz interior...

O que você está escolhendo, agora, hoje, neste momento...pra sua vida, trará os resultados inevitáveis do futuro...

Viva melhor!

jetro m.






Eu Uso Garrafa Pet e Reciclo!!!


Eu bebo água em garrafas feitas com pet. Depois, jogo essas garrafas no carro e, em seguida, levo para cooperativas e/ou PEV's (ponto de entrega voluntária).

O maior problema de todos os recicláveis está na EDUCAÇÃO AMBIENTAL.

Na verdade, não existe educação ambiental para a coleta seletiva.

As Prefeituras pouco fazem em relação a isso.

Sabe-se que 70% das garrafas pet na Cidade de SP, estão indo para os aterros sanitários.

Com o pet reciclado (pós consumo), é possível produzir muitos outros produtos: tintas e vernizes, tapetes de carro, camisetas, placas e chapas, tubos e muitos outros...Isso, sem falar no reaproveitamento para criar produtos artesanais.

É por isso que eu uso pet e reciclo!!!

um abraço,

jetro menezes





segunda-feira, 22 de abril de 2013

A "velha" Educação Ambiental...


Por Jetro Menezes, Colunista de Plurale (*)
A Educação Ambiental (EA) não é tão “novinha” como muitos imaginam. Há mais de 60 anos, os movimentos verdes, os ambientalistas ou ecologistas (até a década de 90 eram chamados de “ecochatos”), já estavam se manifestando pelo mundo afora contra os atos de devastação da natureza. Para dar um panorama da educação ambiental, vamos pegar carona nos materiais oficiais abaixo mencionados. A proposta deste texto é contribuir com informações sobre EA, principalmente no campo da educação.
O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD/MEC), criaram os Cadernos SECAD para cumprir a função de documentar suas políticas públicas para as áreas que a Secretaria representa. Para o SECAD, a educação ambiental está inserida no conceito de diversidade. Seguem algumas informações sobre o histórico da educação ambiental no cenário mundial e brasileiro. Aliás, o termo “Educação Ambiental” (EA) foi registrado pelas primeiras vezes no Encontro da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), em Paris, no ano de 1948.
Na década de 70, os movimentos conservacionistas e populares no Brasil, professores, estudantes e escolas, sociedade civil, algumas prefeituras e governos estaduais apresentavam ações tímidas voltadas para a recuperação, conservação e melhoria do meio ambiente. Ainda nessa década, surgem os primeiros cursos de especialização em Educação Ambiental (EA).
No ano de 1992, durante a realização da Conferência de Meio Ambiente no Rio de Janeiro (ECO-92), o Ministério da Educação (MEC) contribuiu com a Carta Brasileira para a Educação Ambiental. A “Carta” reconhece a “EA como um dos instrumentos mais importantes para viabilizar a sustentabilidade como estratégia de sobrevivência do planeta e, consequentemente, de melhoria da qualidade de vida das pessoas.”. Ela admite que a “lentidão na produção de conhecimentos, a falta de comprometimento real do Poder Público no cumprimento e complementação da legislação em relação às políticas específicas de EA, em todos os níveis de ensino, consolidavam um modelo educacional que não respondia às reais necessidades do país.”.
Em 1997, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), aprovados pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), apresentou como subsídio para o apoio das escolas na elaboração dos seus projetos educativos a necessidade de tratar de temas urgentes, os temas transversais, como: meio ambiente, ética, pluralidade cultural, orientação sexual, trabalho e consumo e outros. A Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA) foi aprovada em 1999, através da Lei Federal 9.975, e estabelece regras para as questões de EA formal e não formal.
É uma inocência interpretar o pensamento e o movimento ambientalista ou “verde” como um grupo coeso, monolítico e que podemos generalizar as suas ideias, assim como, “não é possível entender a EA no singular”. A EA não possui um modelo único ou uma alternativa para a educação convencional. Ela deve ser construída de forma democrática e participativa; é sempre melhor ouvir as pessoas sobre as questões locais. Pensar global, agir local - esse foi o mote da ECO-92.
Mas, diante desse quadro, é possível identificarmos o tipo ou modelo de educação ambiental que queremos? Será que é tão necessária a educação ambiental? Será que as mudanças nessa área somente serão introduzidas se toda a sociedade for transformada em um enxame de agentes ambientais?
Alguns fatos devem ser considerados quando a pauta é o modelo de EA que buscamos:
· As muitas críticas contra a ingenuidade do modelo convencional de EA;
· A ausência de dados e a forma de medir o alcance e o impacto na sociedade das ações ambientais realizadas;
· A necessidade de se buscar um enfrentamento político dos problemas socioambientais.
Essas questões vem há anos depondo contra o modelo atual de educação ambiental, que antes de empurrar goela adentro as questões de “compreensão da estrutura e funcionamento dos sistemas ecológicos, invista prioritariamente na estrutura e funcionamento dos sistemas sociais... que coloque em segundo plano, conceitos e conteúdos biologizantes do processo ensino-aprendizagem, para incorporar em primeiro plano, conceitos e conteúdos da Sociologia, Estado, Mercado, Sociedade, Governo, Poder, Política, Alienação, Ideologia, Democracia, Cidadania etc.”.
Segundo o Mapeamento da Educação Ambiental em Instituições Brasileiras de Educação Superior: elementos para políticas públicas, publicado em 2007 pelo Órgão Gestor da Política Nacional de Educação Ambiental, o objetivo central das atividades em EA para 162 escolas seria “conscientizar para a cidadania”; para 55 escolas, seria “sensibilizar para o convívio com a natureza”, e apenas para 49 escolas a ideia da EA é a “compreensão crítica e complexa da realidade socioambiental.”.
As Instituições de Ensino Superior (IES) devem abrir a discussão sobre meio ambiente com os pais, alunos e professores. Devem estabelecer convênios com os órgãos públicos para contribuírem com propostas, com embasamento técnico e científico, cumprindo desta forma, a função social das IES. Isso é o mínimo que se espera das escolas, uma abordagem coletiva para as questões de interesse comum. Quanto aos professores, todos devem se preparar para os desafios da contemporaneidade, como está escrito no livro: “Educação Ambiental: a formação do sujeito ecológico”, de autoria de Isabel Cristina de Moura Carvalho.
O Documento Referência gerado na CONAE 2010 (Conferência Nacional de Educação) teve como objetivo indicar as diretrizes e estratégias de ação para a formatação do Plano Nacional de Educação - PNE (2011 - 2020), visando contribuir com o Sistema Nacional Articulado de Educação. O Documento tem ainda como meta a Educação Democrática e Inclusiva, a Gestão Democrática e Participativa nas Escolas e muitas outras mudanças no campo da pesquisa, questão social e de meio ambiente (considerado dentro das questões de diversidade).
As escolas podem aproveitar os problemas ambientais para abrir o diálogo entre a comunidade científica (por meio de convênios), órgãos públicos e privados e comunidade do entorno da escola. Alguns dos problemas mais comuns e que podem ser trabalhados em parceria nas comunidades são: aquecimento global, desequilíbrios climáticos, a poluição dos rios e dos mananciais (ocasionando a diminuição da oferta de água potável e gerado problemas de saúde), tratamento de esgoto, aumento do volume de lixo e a falta de coleta seletiva, invasão de áreas de mananciais, enchentes, inundações, poluição sonora e visual e a falta de áreas verdes, como arborização, praças e parques.
A Educação Ambiental é uma senhora capaz de trazer propostas suficientemente maduras para a melhoria do ambiente em que vivemos.

(*) Jetro Menezes é Colunista de Plurale colaborando com artigos sobre Sustentabilidade. É gestor e auditor ambiental, especialista em saneamento ambiental, ex-Coordenador do Programa de Coleta Seletiva da Prefeitura de SP, Diretor de Meio Ambiente na Prefeitura de Franco da Rocha (2009 a 2012), Coordenou a elaboração do Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos de Franco da Rocha/SP e Diretor Técnico da www.jetroambiental.eco.br

Processo de Reciclagem Mecânica do Isopor®


Processo de Reciclagem Mecânica do Isopor®


Primeira etapa: Coleta e separação dos resíduos

O isopor® é um material feito com resina plástica de poliestireno. Todos os produtos de isopor® são 100% recicláveis, assim como os plásticos em sua totalidade.

Os coletores de resíduos / lixo reciclável e cooperativas de coleta seletiva, assim como os recicladores dos produtos, separam os resíduos de isopor® (EPS e XPS) no varejo e demais fontes geradoras. Semanalmente ou mensalmente, os coletores/recicladores após coleta e classificação do tipo de resíduo, enviam os fardos prensados desses resíduos de isopor®, ou big bags com o material a granel, para sua unidade central.

Segunda etapa: Logística de transporte


Devido a sua baixa densidade, a grande questão para viabilizar a reciclagem do isopor® é o transporte desse material. Os fardos de isopor® após prensados e pesados, ou os big bags a granel, são estocados nas empresas coletoras de resíduos / cooperativas de coleta seletiva, até que os mesmos completem uma carga inteira para serem retirados / vendidos . Como o isopor® é muito leve e ocupa uma grande área de armazenamento, cada 120/130m3 (capacidade de uma carreta tipo baú) equivale à aprox. 500/600kg de resíduos de isopor® somente.

Terceira etapa: Processo de beneficiamento dos resíduos e reciclagem


As cooperativas de coleta seletiva operam o beneficiamento do produto: classificação (se o isopor® é EPS ou XPS ); pré-limpeza (retirada de impurezas tais como produtos orgânicos, fitilhos, adesivos, etc); e lavagem dos resíduos (lavagem com água para se retirar grandes impurezas, como resíduos de carne e laticínios que estão impregnados nas bandejas XPS , e restos de pescados nas embalagens de EPS).

Após a pré-limpeza e a lavagem dos resíduos com mais impurezas, os resíduos são vendidos / enviados para as empresas recicladoras associadas ao Projeto Repensar, que darão inicio ao processo industrial de pré-reciclagem e a reciclagem propriamente dita.

A próxima etapa da operação de reciclagem é a etapa de degasagem, operação esta já feita no reciclador.O sistema de degasagem é um processo industrial realizado através de um equipamento especializado, que através da compressão e do calor, compacta os resíduos, retirando o gás que faz parte do processo de industrialização do isopor® (gás pentano, totalmente inerte e que não é prejudicial ao meio ambiente), moldando-os na forma de pequenos tarugos (parecido com pães),e que posteriormente são moídos, extrusados (através do calor, o material é liquefeito,dando-se homogeneidade ao mesmo e retirando-se o resto de impurezas. O material extrusado assemelha-se a uma fita cilíndrica, semelhante a um "macarrão espaguete") e pelletizados (resfriamento do processo anterior, onde esta fita cilíndrica resfriada é segmentada de forma granulada). Após, estes grânulos são enviados para a reciclagem, para serem transformados em novos produtos plásticos.

Quarta etapa: Comercialização


Como a reciclagem do isopor® é um processo que requer uma tecnologia específica, as cooperativas que recebem esse material, deverão comercializá-lo com uma empresa adequada. No Projeto Repensar o material é direcionado para as seguintes empresas:

* Grupo Moldurarte - Proeco/SP: são realizadas as operações de degasagem, moagem, extrusão e pelletização, e Santa Luzia/SC - onde é realizada a reciclagem dos grânulos. O Grupo Moldurarte possui atualmente cinco unidades de beneficiamento de resíduos de isopor®, incluindo a Proeco em São Paulo,e unidades em Florianópolis e Joinville (SC); Curitiba (PR), e Anápolis (GO).

* Termotécnica: também associada da Plastivida, e que possui unidades recicladoras em Manaus/AM, Joinville/SC e Sumaré/SP. A Termotécnica também possui sistema de operação semelhante a Proeco, coletando os resíduos de isopor® EPS de cooperativas de coleta seletiva e outras fontes geradoras como industrias de aparelhos eletroeletrônicos e outros segmentos, que geram e descartam muitos resíduos de isopor oriundos de sua produção industrial. Os resíduos de EPS captados pela Termotécnica também são degasados, moídos,extrusados e pelletizados para serem encaminhados para o processo de reciclagem.

Quinta etapa: Produtos reciclados de isopor EPS / XPS pós consumo


O isopor® reciclado para ser utilizado como matéria prima na produção de uma grande gama de produtos tais, como:

     a - molduras, rodapés e perfis para obras civis - produtos reciclados pelo nosso associado Grupo Moldurarte
          (Proeco e Santa Luzia)
     b - solados plásticos para calçados - produtos reciclados pelo nosso associado Termotécnica
     c - insumos para concreto leve / obra civil - outros  
CarretelIoiôMolduraPrancheta
Porta-retratoPerfis e RodapéMoldurasRéguas

Sua reciclagem se dá das seguintes formas:
• Mecânica: pode ser transformado em matéria prima para a fabricação de novos produtos.
• Energética: para a recuperação e geração de energia, devido ao seu alto poder calorífico.
• Química: para obtenção de óleo e gases. 

Índice de Reciclagem do Isopor®
¹ Esse índice mede a relação entre quantidade reciclada x produzida
Fonte: Projeto Repensar e estimativa de mercado de reciclagem

fonte pesquisada por nós da JetroAmbiental - http://www.plastivida.org.br/2009/Isopor_Reciclagem.aspx