Blog do Jetro

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Fim de 2013...que venga 2014...

Senhores e Senhoras...Amigos e Amigas, Colegas, Parças, Irmãos and Ermanas...

Este 2013 tem sido muito difícil pra minha vida e da minha família. Temos uma irmã desde maio_2013 fazendo tratamento pra combater um linfoma. Isto deu uma transformada monstruosa nas nossas vidas. Já pedi e peço oração pros parceiros e parceiras. Já pedi doação de sangue. Já pedi pra Deus. Já fiz jejum. Oro todos os dias. Tudo isso, pra que ela possa se recuperar e voltar a fazer parte das transformações deste Mundo...

Sobre as transformações deste Mundo, digo o seguinte: 
As pessoas não estão respeitando mais nada nem ninguém...
Isso é muito perigoso. As pessoas estão com aquele pensamento maluco: o mundo é dos espertos!

As pessoas não respeitam as leis e tampouco os legisladores. 

As pessoas estão querendo fazer justiça com as próprias mãos. Estão odiando mais. Estão mais tensos. Brigando mais nos estádios e nas ruas...Quebrando o patrimônio das outras pessoas...agredindo a polícia...

O Nelson Mandela, Madiba, morreu. Ele deixou um exemplo de MACHO! Ficou preso quase trinta anos sob a ameaça de prisão perpétua...

Quando saiu da prisão, foi eleito Presidente da África! Poderia ter agido da mesma forma com os "brancos". Tratar com descaso, falta de respeito, preconceito e rigor máximo todos os "brancos"...

Espero que em 2014 as pessoas sejam mais racionais. 
Tenham mais paz amor alegria e prosperidade na vida!
Tenham fé!
Alegria!
Respeito!


  

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Carta aberta aos prefeitos do Brasil

Por Jetro Menezes, Colunista de Plurale

Os motivos pelos quais as prefeituras devem elaborar os seus respectivos planos de gestão integrada de resíduos sólidos todos já sabem. A reciclagem e a reutilização minimizam os impactos ambientais; o aumento populacional e o crescimento do poder aquisitivo das pessoas acabam gerando mais consumo e consequentemente mais embalagens que se tornam resíduos (e alguns deles podem ser tóxicos e perigosos), e a preocupação da população e das autoridades locais com os passivos ambientais. Assim como tantos outros impactos ambientais, a gestão integrada de resíduos sólidos levou o Governo Federal a criar mecanismos legais para exigir das prefeituras uma gestão mais adequada do lixo gerado nas suas cidades, o que requer capacitação e conhecimento técnico para garantir a eficácia do plano.
A elaboração do Plano de Resíduos envolve várias esferas da sociedade, desde governantes, como vereadores e prefeitos, até pessoas físicas e jurídicas, que enfrentam o desafio de planejar a gestão do lixo. Todos querem abordar a gestão dos resíduos de uma maneira sustentável. Perceberam que a gestão bem sucedida de resíduos em países em desenvolvimento não pode ser alcançada apenas através da cópia de modelos de gestão de resíduos em países desenvolvidos. Estão preocupados com a saúde e bem-estar de seus cidadãos, assim como com a proteção e preservação do meio ambiente e a melhoria dos serviços de gestão de resíduos. Além do mais, seguem em busca de um meio mais coerente para analisar a situação, identificar problemas e estimular a participação dos cidadãos no processo de planejamento.
É preciso lembrar que a Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (GIRS) é um conjunto de metodologias com vista à redução não só da produção e eliminação de resíduos, como o melhor acompanhamento de todo o ciclo produtivo. Tem como finalidade reduzir a produção de resíduos a partir da origem, gerir a produção dos mesmos no sentido de atingir um equilíbrio entre a necessidade de produzir resíduos e seu impacto ambiental. Trata-se de uma gestão transversal em todo o ciclo, o qual analisa de maneira sistêmica tudo o que for gerado.
Um erro comum numa GIRS é o de considerar a gestão apenas como uma questão técnica, independente das condições locais de onde se pretende realizar uma gestão funcional e eficaz. O resultado é uma gestão equivocada, fora da realidade do município e, pior, que ignora a importância das interações sociais e o papel específico da comunicação.
O mundo percebeu a necessidade crescente de criar soluções sustentáveis e coerentes para os problemas da Gestão dos Resíduos Sólidos. A GIRS parece ser mais complexa em países em desenvolvimento, onde:
• o volume e o tipo de lixo cresce, como resultado do crescimento econômico;
• a urbanização se mostra cada vez mais desenfreada e
• a industrialização se dá por meio de métodos não sustentáveis.
Para ter uma ideia, o volume de resíduos urbanos (lixo) produzido no mundo deve saltar de 1,3 bilhão de toneladas em 2012 para 2,2 bilhões de toneladas até 2025, de acordo com estimativa do Programa da Organização das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).
Uma GIRS bem planejada torna-se, assim, uma questão, mais do que necessária, em que algumas etapas devem estar presentes, como a redução dos resíduos na fonte geradora, o reúso de embalagens pós-consumo, a coleta seletiva para a reciclagem, o tratamento para pilhas, lâmpadas, baterias, óleos combustíveis, pneus e eletroeletrônicos, e a disposição final ambientalmente adequada para as sobras, depois de esgotadas todas essas etapas acima.

PROPORÇÃO DO LIXO NO BRASIL CRESCE MAIS QUE A POPULAÇÃO
Em 2012, 24 milhões de toneladas foram descartadas inadequadamente no País. A geração de lixo por pessoa aumentou de 955g/dia para 1,223kg/dia. Nos últimos dez anos, a população do Brasil cresceu 9,65%, enquanto o volume de lixo ficou em torno de 21%, mais do que o dobro dessa quantidade.
Um dado mais alarmante mostra que, segundo o “Perfil dos Municípios Brasileiros 2011”, elaborado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 67,7% das nossas cidades não contam com programas de coleta de lixo. Por outro lado, o Brasil recicla 98% das latinhas de alumínio fabricadas. Um paradoxo que se explica mais pela necessidade financeira dos catadores do que propriamente pela política ou pela consciência ambiental. Ao mesmo tempo em que reciclamos quase 100% das latinhas de alumínio, menos da metade das prefeituras brasileiras têm programa de coleta seletiva nos seus municípios.
No Estado de São Paulo, a Secretaria de Meio Ambiente elaborou uma pesquisa para identificar as dificuldades que as Prefeituras têm para a elaboração dos seus respectivos Planos de Gestão de Resíduos. Os resultados são desanimadores: 18,2% não possuem funcionários públicos com capacitação técnica para elaborar o Plano; 15,1% não têm recursos financeiros para contratar empresa especializada ou capacitar funcionários públicos; 13,2% não possuem informações ou dados na prefeitura para inserir no PMGIRS (Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos) e 10,7% sentem a falta de conscientização e participação da comunidade local.
Ainda na mesma pesquisa, foram identificadas as oportunidades que facilitam a elaboração do PMGIRS: 10% das Prefeituras entendem que uma população com Educação e Conscientização Ambiental ajuda na GIRS; 12%concordam que uma legislação específica pode ajudar; 11% acreditam ter Coleta Seletiva já é um passo à frente e 8% entendem que ter uma equipe com capacitação técnica é primordial.
As Prefeituras devem considerar que as oportunidades a serem geradas após a elaboração do Plano fortalecerão seu Planejamento e Gestão, e vão promover Apoio Financeiro, Qualidade de Vida e Geração de Renda, conforme pesquisa da SMA de 2012.
Para um planejamento adequado das ações de gestão dos resíduos, os primeiros passos incluem conhecer o problema real e a situação atual do lixo na cidade; buscar formas de participação popular; criar ações de educação ambiental; formar uma equipe multidisciplinar, e uma fiscalização e punição permanente, além de monitorar e revisar o Plano, de olho na melhoria contínua.
Diante desse quadro, alertamos os Prefeitos das cidades brasileiras que o prazo é curto para um planejamento tão específico. É hora de investir em capacitação técnica, educação ambiental, parcerias estratégicas, equipamentos públicos para suprir o aumento do lixo nas cidades. Para isso, cada Prefeito deverá entender a necessidade de investir e correr para planejar uma cidade mais limpa para 2014. Isto não é sugestão, é lei!

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Eu aprendi com o MANDELA!


EU APRENDI COM O SR. MANDELA!
LI O LIVRO PARA ENTENDER MELHOR A SUA LUTA E A SUA VIDA...

EMPRESTEI O LIVRO PRO MEU AMIGO HÉLIÃO DO RZO (CANTOR E COMPOSITOR DE RAP)...

O MANDELA ESTIMULOU O HÉLIÃO, TENHO CERTEZA. ASSIM COMO, ESTIMULOU MUITAS CABEÇAS BOAS E PENSANTES.

PESSOAS COM CABEÇA BOA. COM VISÃO COLETIVA. PESSOAS COMO O SR. NELSON MANDELA DEIXAM SAUDADES PORQUE FAZEM A DIFERENÇA ENQUANTO ESTÃO POR AQUI...

OBRIGADO SR MANDELA!

DEUS TE ABENÇOE E GUARDE!

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

DOAÇÃO DE SANGUE PRA MINHA IRMÃ!!!

MEUS AMIGOS E MINHAS AMIGAS...

MINHA IRMÃ PRECISA DE DOAÇÃO DE SANGUE!

PEÇO O APOIO PROS AMIGOS E AMIGAS.

REQUISITOS PARA DOAÇÃO:

  • APRESENTAR DOCUMENTO COM FOTO (RG ou DOCUMENTO EQUIVALENTE COM FOTO);
ESTAR EM BOAS CONDIÇÕES DE SAÚDE;

TER PESO IGUAL OU SUPERIOR A 50 KG;

TER ENTRE 18 e 67 ANOS (SENDO QUE A PRIMEIRA DOAÇÃO DEVE TER SIDO FEITA ANTES DOS 60 ANOS);

ESTAR ALIMENTADO, PORÉM EVITAR REFEIÇÕES PESADAS (GORDUROSAS);

NÃO ESTAR GRÁVIDA;

RESPEITAR O INTERVALO PARA DOAÇÃO:
HOMENS - 60 DIAS
MULHERES - 90 DIAS

LOCAIS DE COLETA:

HEMOCENTRO SÃO LUCAS

1 - UNIDADE VILA OLÍMPIA
FONE: 3660-5972

2 - UNIDADE LIBERDADE
FONE: 3660-6044

3 - UNIDADE SANTO ANDRÉ
FONE: 3660-5981

4 - UNIDADE GUARULHOS
FONE: 3660-6040

Falar que a DOAÇÃO é para a SIMÔNICA MENEZES SUCONIC que faz tratamento de CÂNCER no HOSPITAL DA LUZ.

Obrigado à todos vocês que puderem colaborar!

Um grande abraço.

Jetro Menezes.










domingo, 24 de novembro de 2013

Lição...



Vai demorar apenas 37 segundos para ler isso e
mudar o seu pensamento ..

Dois homens , ambos gravemente doentes , estavam no mesmo
quarto de hospital.

Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma
hora todas as tardes para conseguir drenar o líquido de
seus pulmões .

Sua cama estava junto da única janela do quarto.

O outro homem tinha de ficar sempre deitado de
costas para a janela.

Os homens conversavam horas a fio .

Falavam das suas mulheres e famílias, das suas
casas, seus empregos, seu envolvimento no
serviço militar,locais onde eles passava as
férias ..

Todas as tardes , quando o homem da cama perto da
janela se sentava , ele passava o tempo
descrevendo ao seu companheiro todas as coisas que ele podia
ver do lado de fora da janela.

O homem da cama do lado começou a viver para aqueles
períodos de uma hora, em que o seu mundo era
alargado e animado por toda a atividade e
cor do mundo do lado de fora.

A janela dava para um parque com um lindo lago de patos e cisnes brincavam na água enquanto
crianças com os seus barquinhos . jovens namorados
caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores
e uma bela vista da silhueta da cidade podia ser visto
na distância.

Quando o homem perto da janela descrevia isto tudo com
detalhes requintados , o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava esta
cena pitoresca .

Uma tarde quente, o homem perto da janela
descreveu um desfile que passava.

Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda -
ele podia vê-lo no olho da sua mente como o
senhor a retratava através de
palavras descritivas .

Dias , semanas e meses se passaram.
Uma manhã , a enfermeira chegou ao quarto trazendo
água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida
do homem perto da janela , que tinha morrido
tranquilamente em seu sono .

Ela ficou muito triste e chamou o
atendentes para que levassem o corpo .

Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem
perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela.
A enfermeira ficou feliz em fazer a troca , e
depois de ter certeza que ele estava confortável , ela deixou
ele sozinho.

Vagarosamente, pacientemente , ele se apoiou em um
cotovelo para tomar o seu primeiro olhar para o mundo real.

Fez um grande esforço e lentamente a olhar para fora da janela
além da cama .

Ele enfrentou uma parede em branco .

O homem perguntou à enfermeira o que poderia ter
levado seu companheiro falecido, que tinha
descrito coisas tão maravilhosas fora dessa
janela.

A enfermeira respondeu que o homem era cego e
nem sequer conseguia ver a parede.

Ela disse: ' Talvez ele só queria encorajar
você.

epílogo:
Há uma felicidade tremenda em fazer os outros
felizes, apesar dos nossos próprios problemas .
A dor partilhada é metade da tristeza , mas a felicidade
quando partilhada, é dobrada .
Se você quer se sentir rico, conta todas as coisas que
você tem que o dinheiro não pode comprar.
Hoje é uma dádiva, é por isso que é chamado de 

O PRESENTE .

Ravi Shankar - Raga Khamaj

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

EU SOU NEGÃO...




Eu sou filho de NEGRA! (com russo...)

Minha mãe, dona Eunice Menezes (faleceu em 10 de julho de 1997 e sinto saudades até agora...), era filha de negra. Negra mesmo! Minha avó, a Dona Zica, era daquelas cozinheiras de primeira. Chegou a cozinhar na casa de alguns bacanas brancos que não vou citar os nomes. 
Lembro da minha avó fazendo bala de coco. Ela usava uma bancada enorme na cozinha dela. Eu ficava sentado, olhando e comendo umas balinhas que ela me dava.

Sei que tenho o sangue negro correndo nas minhas veias. Tenho a pele branca, mas tenho sangue de negrão correndo nas veias.

Este sangue negro me deu algumas habilidades, como: tocar percussão, gostar de samba, gostar da cultura afro, ter muitos amigos negros e participar das reuniões do Movimento Negro Unificado, logo no inicio das campanhas do Lula para Presidente. Também toquei e dancei numa banda afro: Bata Coto (Prof. Pitanga) e fui aos ensaios daquela banda afro que ensaia ou ensaiava na quadra do Mocidade Alegre. 

Gosto de Carnaval, das Escolas de Samba. Já desfilei nos Gaviões da Fiel. Fui ao sambódromo de SP e até pro Rio de Janeiro ver o Carnaval.

Quero mandar um beijo e um abraço pros amigos e amigas afro-descendentes (não gosto muito de usar esse termo, mas...): Ricardo, Nico, Jairo, Alessandra, Koke, Zeca do Vai Vai, Cris, Tiba, Sérgio, o Negão (apelido) e todos os amigos negros e negras desse mundo afora!

Boa sorte sempre!

jetro menezes 




Decisão sobre libertação sob fiança da ativista Ana Paula Maciel sairá nesta terça-feira.

Posted: 18 Nov 2013 10:45 AM PST
A justiça russa realizou nesta segunda-feira uma audiência para decidir sobre o pedido do comitê russo de investigação de estender a prisão provisória por mais três meses dos 30 ativistas do Greenpeace. Durante a audiência, o advogado da brasileira Ana Paula Maciel entrou com pedido de libertação sob fiança. A promotoria não se opôs ao pedido do advogado, porém, a decisão do juiz só será divulgada na manhã desta terça-feira.
Nesta mesma audiência, foi libertada sob fiança a primeira ativista do Greenpeace, a médica russa Ekaterina Zaspa, 31 anos. Já o ativista australiano Colin Russel, que também teve audiência hoje, teve sua prisão provisória estendida até 24 de novembro.  No momento, são 27 ativistas e mais dois jornalistas do Greenpeace presos desde 19 de setembro em São Petesburgo, quando foram abordados pela guarda-costeira russa, enquanto estavam no navio do Greenpeace Arctic Sunrise, que tinha bandeira holandesa. Os ativistas foram acusados à princípio de pirataria. Apesar da pena ter sido abrandada para vandalismo, oficialmente a acusação de pirataria não foi descartada pelo Ministério Público Russo. Se acusados, os ativistas terão de cumprir pena de sete anos.
Com abaixo assinado intitulado #libertemos30, o Greenpeace já coletou mais de 2 milhões de assinaturas. Para assinar basta entrar no site do Greenpeace. A luta internacional pela conservação do meio ambiente não pode ser inibida. Segundo o Secretário Nacional de Comunicação do Partido Verde, José Carlos Lima, o meio ambiente não tem fronteiras, por isso é importante a criação de uma rede para a campanha de libertação. “Essa possível condenação irá inibir a luta internacional pela conservação do meio ambiente. Por isso, cabe a nós, membros de partidos e sociedade civil, nos engajarmos nessa campanha”, explicou José Carlos.
Dia 24/10, o presidente do Partido Verde, deputado federal José Luiz Penna (PV/SP), juntamente com o líder do PV na Câmara, deputado Sarney Filho (PV/MA) e o diretor de Políticas Públicas do Greenpeace, reuniram-se com o presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros, para pedir intervenção do parlamento brasileiro no caso. Na ocasião, ficou decidido a criação de uma comissão de parlamentares que irá à Rússia entregar um ofício e conversar pessoalmen te com a presidente do Conselho da Federação da Assembleia Federal da Rússia, equivalente ao Congresso Nacional brasileiro. “Com isso temos a esperança de que o apelo, somado a um esforço diplomático do governo, possa sensibilizar as autoridades russas pela libertação dos ativistas, que foram privados da sua liberdade por lutarem pela conservação do nosso planeta”, defendeu Penna.
Para Sarney Filho (PV/MA), a atuação da sociedade civil organizada em defesa dos direitos difusos e coletivos, tal como o meio ambiente, é atitude louvável. “A atuação pacífica dos ativistas do Greenpeace representa não uma ofensa à soberania de qualquer país, mas sim, preocupação com o bem estar de todos os seres vivos”, afirmou.
Na mesma linha, Roberto Rocco, secretário de Mobilização do PV, reforça que “o meio ambiente tem caráter transfronteiriço e os defensores dos principais ecossistemas do planeta, importante para sadia qualidade de vida da humanidade, no lugar de terem suas ações criminalizadas, devem receber proteção e imunidade concedida pelos organismos internacionais contra as ações de certos governos locais que ameaçam o equilíbrio planetário.”
ENTENDA O CASO – Trinta pessoas foram detidas no Ártico em 19 de setembro, quando faziam um protesto pacífico contra a exploração de petróleo em um barco de bandeira holandesa, em águas internacionais. Tiveram prisão preventiva decretada até 24 de novembro. Na semana passada, a Justiça da Rússia informou que as acusações seriam amenizadas de pirataria para vandalismo. No caso de vandalismo, a pena pode chegar a sete anos de reclusão. Se continuassem acusados de pirataria, poderiam pegar até 15 anos. O Greenpeace, que tem participado da defesa dos ativistas, rechaçou as novas acusações e informou que irá recorrer.

Fonte : Angélica Brunacci/Revista Pensar Verde

sábado, 16 de novembro de 2013

Crônica do Penna – Aceito sugestões!

fonte: http://pv.org.br/2013/11/14/cronica-do-penna-aceito-sugestoes/

O Brasil é um país engraçado. De repente, uma pauta impensável assume a dianteira sobre todos os outros assuntos, confirmando o dito: “de onde menos se espera, daí é que sai”. E eis que um tema até então obscuro surge como se fosse o único digno de discussão, e todo resto fica em segundo plano. É como se essa grande onda tomasse todos os papos de elevador, conversas de bares e, é claro, os discursos acalorados dos meus excelentíssimos pares no parlamento brasileiro. Se o povo pede mais educação e saúde, todos sempre fizeram tudo para garantir estas necessidades básicas. Se o povo clama pelo voto aberto para cassação de mandatos, todos sempre foram a favor. Se a mídia é tomada pelo escândalo dos testes em animais, todos tornam-se protetores dos bichos. E bradam, a toda voz: “Eu lutei a vida toda por seus direitos!”. É claro que é importantíssimo que as ânsias do povo pautem a política. Isso mostra que a nossa democracia tem força. O que me preocupa é que, rápido como veio, a discussão vai embora, dando espaço ao próximo assunto da vez. E os desdobramentos daquela histeria inicial pouco ecoam. Ando desencantado com as dezenas de atividades que me envolvo na cultura, na política, na arte. Com a idade que tenho, procuro outras formas de mexer com a sociedade, buscando discussões mais aprofundadas. Por exemplo, não me canso de criticar o desastre que é nosso atual modelo econômico, baseado puramente no lucro. Aponto caminhos alternativos ao atual, refletindo sobre modelos que levem em conta conceitos de economia verde, economia criativa e da busca pelo FIB – Felicidade Interna Bruta, no lugar do PIB. Mas é difícil manter discussões profundas como estas quando a era da informação nos empurra novas pautas urgentes a cada segundo, à velocidade de um clique, tornando todo o resto efêmero de uma hora para a outra. E agora, a bola da vez, que ocupa toda pauta da informação, é se proibir biografias não autorizadas é ou não censura. Um gênero literário que nunca foi destaque nem no mercado editorial surge com tudo, graças ao envolvimento de figuras icônicas da cultura brasileira. E eu até mesmo já penso em escolher um biografado para me aventurar nesta seara. Pelo meu perfil alternativo, acho que devo optar por algum anti-herói brasileiro. E me perguntam: quem é que vai se interessar por uma biografia dessas? Desconfio que a biografia é que vende, não a importância do biografado. 
Aceito sugestões! 

Fonte : http://www.deputadopenna.com.br


terça-feira, 12 de novembro de 2013

Coleta Seletiva...


Deus Existe?


Deus existe, sim!

Tenho muitos exemplos, mas vou ficar nesse que vou descrever abaixo:

em primeiro lugar meus amigos(as), eu acredito num Deus que está presente nas pequenas coisas do dia a dia. Numa palavra de conforto numa hora que voce mais necessita. Num prato de comida pra quem está com fome. Num cobertor para que tem frio. Num abraço apertado em quem necessita de conforto e por aí vai...

A história que vou contar aconteceu comigo neste domingo:

Estava no hospital, visitando a minha irmã. De repente, veio o almoço. Arroz, farofa e frango na chapa. Veio também uma sopinha bem reforçada. Minha irmã optou pela sopa. Ela ainda disse: Jé, esta sopa tá bem reforçada. Nem parece que é do hospital...

Eu disse, então vamos tomar a sopinha. Abre a boca e feche os olhos, rsrs.

Ela continuou tomando, tomando uma colher após a outra...até que entra a Dona Cícera, a copeira daquele andar que minha irmã estava internada.

Ela disse bem assim: Olha filha, eu estava na cozinha e Deus tocou o meu coração pra eu fazer uma sopa reforçada que tinha alguém precisando e era pra eu levar pra essa pessoa. Deus me mandou entrar nesse quarto.(Enquanto ela falava, ia chorando...inclusive, eu e minha irma tambem chorávamos e a mulher na cama ao lado idem...). 

Achei muito espiritual essa história. É isso que me faz acreditar em Deus. Não estou em busca de um deus inventado por algumas pessoas. Mas, N'Aquele que está apresentado na Bíblia. Basta ler e conhecê-lo. Sem mistérios e mentiras...
Deus é o mesmo ontem, hoje e amanhã...Quem muda somos nós. Que vivemos querendo moldar um deus ao nosso formato. A nossa imagem e semelhança. Se as pessoas soubessem como é simples e fácil acreditar em Deus, o mundo estaria melhor...

Eu creio em DEUS.   




sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Desafios diários dos catadores de lixo no Brasil é tema de estudo de pesquisadora da ONU...

Catadores de materiais recicláveis. Foto: Marcello Casal Jr./ABr

Catadores de materiais recicláveis. Foto: Marcello Casal Jr./ABr


Você sabe para onde vai o lixo que você joga fora? Aterros sanitários e lixões certamente não são as únicas opções de destino, como mostra a dissertação de mestrado de Beatriz Magalhães, pesquisadora do Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC-IG), instituição vinculada ao Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).
“Liminaridade e exclusão: catadores brasileiros e suas relações com a sociedade brasileira” traz a realidade demilhares de catadores de lixo e os desafios enfrentados por eles diariamente.
Segundo a autora do estudo, as pessoas normalmente têm a sensação de que o lixo desaparece depois de ser jogado fora, o que não retrata a realidade. Magalhães destaca na pesquisa que, para os catadores, aquele material possui valor e que seu trabalho deveria ser mais bem reconhecido, já que se eles não levassem o lixo para a reciclagem, provavelmente ele iria parar em um aterro ou lixão, poluindo o meio ambiente.
O estudo ainda ressalta que o trabalho dos catadores não só ajuda a preservar a natureza como também dá uma função ao lixo, já que o material recolhido volta para o processo produtivo.
Apesar disso, Magalhães afirma que os catadores ainda se sentem excluídos da sociedade, “já que, como são pobres, não possuem acesso a diversos direitos e serviços que pessoas com renda maior possuem”.
A autora fez entrevistas com diversos catadores em Belo Horizonte entre agosto de 2010 e fevereiro de 2012 para descobrir o ponto de vista deles sobre o ciclo do lixo. Segundo ela, uma das frases mais interessantes que ouviu foi que o lixo é apenas lixo nos olhos de quem o está jogando fora, mas que ele possui grande valor para aqueles que tiram dele o seu sustento.
Beatriz Magalhães apresentando sua pesquisa sobre o trabalho dos catadores de lixo no Brasil. Foto: IPC-IG/Tamara Santos
Beatriz Magalhães apresentando sua pesquisa sobre o trabalho dos catadores de lixo no Brasil. Foto: IPC-IG/Tamara Santos
“Hoje, depois dos programas do governo federal, do governo estadual, das instituições que apoiam os catadores, a gente começou a ver a valorização do nosso trabalho, ver o quanto o catador é importante para o meio ambiente e para a sociedade em geral”, disse a catadora Madalena.
A definição de lixo por si só traz uma conotação pejorativa, observa a pesquisadora, acrescentando que essa mesma conotação é usada para os próprios catadores. Porém, nas entrevistas foi fácil perceber a troca das palavras “lixo” por “material reciclável”, mostrando que as pessoas não tem noção do quão útil é o lixo que elas jogam fora.
“Não é lixo, né?! Não existe lixo. Eu falo que, se fosse lixo, eu não teria criado nove filhos e não estava aí até hoje trabalhando”, disse uma das catadoras, dona Geralda. “Então não é lixo, é matéria que sai extraída da natureza e que as pessoas não dão o destino correto para elas. Nós damos esse destino há muitos anos, sabemos como fazer isso”, acrescentou.
A pesquisa conclui que os catadores vêm lutando para obter reconhecimento e direitos na sociedade brasileira, já que, ao contrário do consumo, a reciclagem agrega valor aos resíduos e ao ciclo do lixo.


08 / 11 / 2013 - Brasil reciclou 98% das latinhas de alumínio em 2012, diz entidade...

fonte: http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2013/11/08/99827-brasil-reciclou-98-das-latinhas-de-aluminio-em-2012-diz-entidade.html 

O índice de reciclagem de latas de alumínio para bebidas atingiu 97,9% do total disponível no mercado em 2012. Com isto, o Brasil é o país que mais recicla latinhas desde 2001, informou a Abal (Associação Brasileira de Alumínio) e a Abralatas (Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade).
No total, foram 267,1 mil toneladas recicladas de 19,8 bilhões de embalagens, o correspondente a 54,1 milhões por dia, ou 2,3 milhões por hora.
A porcentagem de reciclagem é menor do que em 2011, mas as associações apontam a alta no número de latas comercializadas como causa. O volume de latas aumentou 7,8%, enquanto a coleta cresceu 7,4%.
Segundo o coordenador da Comissão de Reciclagem da Abal, Carlos Roberto Morais, a cadeia de reciclagem está estruturada para absorver e processar volumes cada vez maiores de latas descartadas. “Trata-se de um modelo de coleta e de reciclagem concebido no Brasil e com intensiva participação dos catadores; prova de que não precisamos importar modelos baseados na realidade de outros países”, ressalta Renault de Freitas Castro, diretor-executivo da Abralatas.
Em 2012, a coleta de latas de alumínio para bebidas injetou R$ 630 milhões na economia nacional. Além disso, por consumir apenas 5% de energia elétrica, quando comparado ao processo de produção de metal primário, a reciclagem das latas proporcionou uma economia de 4.000 GWh ao país, número equivalente ao consumo residencial anual de 6,6 milhões de pessoas, em dois milhões de residências. 

(Fonte: UOL)


COMENTÁRIO IRÔNICO DO JETRO:

Com toda essa redução no consumo de energia e a intensa participação das cooperativas e dos catadores de recicláveis...não seria a hora de repartir os dividendos com esses grupos?

Não está na hora das indústrias de fabricantes de latinhas dedicar parte dos recursos economizados para os programas de coleta seletiva?

Não me venha com essa história de que "LA TINHA" apoio para os catadores...agora não tem mais...

jetro.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Circuito Tela Verde recebe vídeos socioambientais até 30 de novembro

Produtores de vídeos socioambientais têm até 30 de novembro para enviarem suas realizações ao Ministério do Meio Ambiente (MMA). Os vídeos, após seleção, irão compor a 5ª Mostra Nacional de Produção Audiovisual Independente – o Circuito Tela Verde, previsto para acontecer no primeiro semestre do ano que vem. O objetivo da mostra é divulgar e estimular atividades de educação ambiental, participação e mobilização social por meio da produção independente audiovisual.

“Este ano ampliamos o prazo para que realizadores, educadores, estudantes e ambientalistas possam elaborar roteiros e, eventualmente, envolver grupos e comunidades na realização de trabalhos de denúncia, de mobilização e de solução frente a questões socioambientais locais ou nacionais, propiciando processos educativos desde a produção até a exibição e as discussões da Mostra Nacional”, afirma o diretor do Departamento de Educação Ambiental (DEA) da Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental (SAIC) do MMA, Nilo Diniz.
Os vídeos podem ser curtas, vinhetas, animações, produzidos a partir de filmadoras, câmeras de celular, digitais ou qualquer outro equipamento que capture imagem e som. Escolas, redes de meio ambiente e educação ambiental, estruturas educadoras, entidades da sociedade civil, comunidades e produtores podem participar. O Circuito Tela Verde envolve anualmente mais de mil espaços exibidores em todo o País, atendendo a demanda por materiais pedagógicos multimídias sobre a temática socioambiental.
Na tela – Os vídeos selecionados farão parte de um kit formado também por cartazes e orientações para realização da mostra. Receberão esse material as instituições interessadas em exibir os filmes, chamadas de espaços exibidores, que já estão cadastradas no MMA. São 1,5 mil em todo país.
O Circuito Tela Verde é uma iniciativa dos Ministérios do Meio Ambiente, e da Cultura, por intermédio da Secretaria do Audiovisual. As edições já exibiram mais de 190 filmes para quase 400 mil pessoas. Os filmes da última edição, por exemplo, trataram de temas como separação do lixo, reciclagem, consumo sustentável e biodiversidade, conservação de parques ambientais. O público do circuito é composto, em geral, por estudantes de todos os níveis – fundamental, médio e superior – professores, ambientalistas, servidores públicos, representantes de movimentos sociais, técnicos e funcionários de instituições ou empresas privadas. (Fonte: MMA)

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Partido Verde pede libertação da ativista brasileira do Greenpeace presa na Rússia


A luta internacional pela conservação do meio ambiente não pode ser inibida  Preocupados com a gravidade do assunto que envolve a prisão da bióloga brasileira Ana Paula Maciel, de 31 anos, presa na Rússia acusada, a princípio, de pirataria, líderes do PV irão apresentar uma moção com o posicionamento contrário a essa condenação e pedir pela libertação da ativista. Com abaixo assinado intitulado #libertemos30, o Greenpeace já coletou cerca de 1,7 milhão de assinaturas. Para assinar basta entrar no site: http://www.greenpeace.org/brasil/pt/ Segundo o Secretário Nacional de Comunicação do Partido Verde, José Carlos Lima, o meio ambiente não tem fronteiras, por isso é importante a criação de uma rede para a campanha de libertação. “Essa possível condenação irá inibir a luta internacional pela conservação do meio ambiente. Por isso, cabe a nós, membros de partidos e sociedade civil, nos engajarmos nessa campanha”, explicou José Carlos. Na semana passada (24/10), o presidente do Partido Verde, deputado federal José Luiz Penna (PV/SP), juntamente com o líder do PV na Câmara, deputado Sarney Filho (PV/MA) e o diretor de Políticas Públicas do Greenpeace, reuniram-se com o presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros, para pedir intervenção do parlamento brasileiro no caso. Na ocasião, ficou decidido a criação de uma comissão de parlamentares que irá à Rússia entregar um ofício e conversar pessoalmente com a presidente do Conselho da Federação da Assembleia Federal da Rússia, equivalente ao Congresso Nacional brasileiro. “Com isso temos a esperança de que o apelo, somado a um esforço diplomático do governo, possa sensibilizar as autoridades russas pela libertação dos ativistas, que foram privados da sua liberdade por lutarem pela conservação do nosso planeta”, defendeu Penna. Para Sarney Filho (PV/MA), a atuação da sociedade civil organizada em defesa dos direitos difusos e coletivos, tal como o meio ambiente, é atitude louvável. “A atuação pacífica dos ativistas do Greenpeace representa não uma ofensa à soberania de qualquer país, mas sim, preocupação com o bem estar de todos os seres vivos”, afirmou. Na mesma linha, Roberto Rocco, secretário de Mobilização do PV, reforça que “o meio ambiente tem caráter transfronteiriço e os defensores dos principais ecossistemas do planeta, importante para sadia qualidade de vida da humanidade, no lugar de terem suas ações criminalizadas, devem receber proteção e imunidade concedida pelos organismos internacionais contra as ações de certos governos locais que ameaçam o equilíbrio planetário.” ENTENDA O CASO - Trinta pessoas foram detidas no Ártico em 19 de setembro, quando faziam um protesto pacífico contra a exploração de petróleo em um barco de bandeira holandesa, em águas internacionais. Tiveram prisão preventiva decretada até 24 de novembro. Na semana passada, a Justiça da Rússia informou que as acusações seriam amenizadas de pirataria para vandalismo. No caso de vandalismo, a pena pode chegar a sete anos de reclusão. Se continuassem acusados de pirataria, poderiam pegar até 15 anos. O Greenpeace, que tem participado da defesa dos ativistas, rechaçou as novas acusações e informou que irá recorrer.

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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Falta de capacitação técnica emperra implantação de plano de resíduos nos municípios brasileiros...

Menos de 10% dos municípios brasileiros estão conseguindo atender a Lei nº 12.305/10, que exige a implantação de plano de gestão de resíduos até agosto de 2014

Até agosto de 2014, todas as prefeituras do Brasil deverão elaborar e colocar em prática os seus respectivos planos de gestão de resíduos sólidos e eliminar os lixões, conforme Lei nº 12.305/10, que regulamenta a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Mas menos de 10% dos municípios brasileiros conseguem cumprir esse cronograma, como Mairiporã, na região metropolitana de São Paulo, com 81 mil habitantes.

Para o cumprimento de todos os itens da Lei, que envolve não apenas governos, instituições e empresas, mas também a própria população, a cidade contou com o conhecimento técnico especializado em gestão ambiental e coleta seletiva, considerada a etapa mais fundamental do processo.

O gestor ambiental Jetro Menezes, especialista em saneamento ambiental e autor do Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos de Mairiporã, diz que a coleta seletiva na cidade começou antes mesmo de iniciar o plano e tem como base o tripé meio ambiente-economia-sociedade. “Foi criada uma lei municipal específica instituindo o Programa de Coleta Seletiva, considerando a participação das cooperativas e outras parcerias estratégicas”, explica. “Está em fase de diagnóstico e formalização da cooperativa de reciclagem, mas a composição do grupo se dará com a participação da Secretaria Municipal de Ação Social e moradores do entorno do galpão de triagem que fica no distrito da Terra Preta”.

Jetro Menezes, que também elaborou um plano para a cidade de Franco da Rocha (SP), enfatiza que grande parte dos municípios apresentou dificuldades já na elaboração do plano, que, pela mesma Lei, deveria ter sido apresentado até agosto de 2012. Além da coleta seletiva, a legislação exige a compostagem de lixo orgânico, programas de educação ambiental para a redução e reutilização dos resíduos, logística reversa e tratamento de entulhos da construção civil.
                                                          
ENTRAVES

Pesquisa de Secretaria do Estado de Meio Ambiente de São Paulo de 2012 indica que 18,2% dos municípios carecem de técnicos capacitados para a tarefa; 15,1% enfrentam a falta de recursos financeiros; 13,2% precisam de informações e dados mais específicos de suas Prefeituras e para 10,7% falta conscientização e participação nas questões de lixo.

As oportunidades que facilitam a elaboração do Plano, citadas na pesquisa, incluem a própria educação e conscientização ambiental (identificada em 10% dos municípios), a legislação municipal (existente em 12%), a existência de coleta seletiva (11% do total) e capacitação técnica, privilégio de apenas 8% dos municípios. “Há possibilidades de estabelecer parcerias para a implementação de soluções e a cooperação com outros municípios, por meio de consórcios públicos, mas ainda falta conhecimento”, diz Jetro Menezes. “Em Mairiporã, as melhorias serão não só em planejamento e gestão, como também aumentam as chances de conseguir mais apoio financeiro, geração de renda e qualidade de vida”.

COPA DO MUNDO
Jetro Menezes lembra que a necessidade de uma gestão eficaz se tornará ainda maior com a Copa do Mundo, que acontece nos meses de junho e julho de 2014. Ex-coordenador do Programa de Coleta Seletiva do Limpurb (área responsável pela Coleta Seletiva da Prefeitura de São Paulo), ele alerta: “Mesmo as cidades grandes que já fazem coleta seletiva, como São Paulo, ainda terão que buscar formas de lidar com o volume de lixo gerado durante os jogos. É pra isso que serve o Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos.”



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Jetro Menezes – gestor ambiental
Ass. Imprensa Silvia Godoy

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

CARTA ABERTA AOS PREFEITOS DO BRASIL.



Senhores Prefeitos (as),

Trata o presente de um AVISO para cumprir a Politica Nacional de Resíduos Sólidos, PNRS.

Não sei se o Ilmo. Sr. Prefeito sabe, mas, todas as Prefeituras deverão entregar os seus Planos até agosto de 2014. Na verdade, o prazo era agosto de 2012. Poucas Prefeituras entregaram no prazo. (nossa consultoria elaborou dois Planos.). Menos de 10% das Prefeituras do Brasil entregaram os seus Planos e espero contribuir com a sua Cidade nessa empreitada.

Qual a necessidade de elaboração de uma Gestão Integrada de Resíduos Sólidos na Cidade?


  • O lixo cresceu nas cidades e temos que planejar a destinação adequada para cada um deles.
  • Criar pontos de descarte oficial.
  • Implantar a coleta seletiva, criar cooperativa de catadores.
  • Eliminar lixões.
  • Planejar a Educação Ambiental na cidade.
  • etc...


Portanto, diante desse quadro, colocamos-nos à disposição para TREINAR e CAPACITAR OS FUNCIONÁRIOS DA SUA PREFEITURA PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS.

Atenciosamente,

Jetro Menezes, Gestor Ambiental, especialista em saneamento ambiental.


terça-feira, 22 de outubro de 2013

JIMMY CLIFF - I CAN SEE CLEARLY NOW

Bob Marley - redemption song acustic

Ce ta pensando Arnaldo Baptista

Dei uma aula...

Posso considerar que dei a minha primeira aula.
Nesta segunda-feira, 21 de outubro, dei uma aula sobre gestão integrada de resíduos (GIRS).

O que?: Curso Gestão Integrada de Resíduos Sólidos

Onde?: UMAPAZ - Parque do Ibirapuera.

Organização: Prefeitura de SP, Secretaria do Verde e do Meio Ambiente.

Comentários sobre a aula:
Fiquei muito feliz de ser convidado para esse curso.
Meu sonho é dar aula.
Fiz uma especialização em Docência Superior para ensinar Gestão Ambiental, Gestão de Resíduos e Educação Ambiental.

É isso que busco, me dá prazer. Saí de lá animadíssimo!

Cheio de vontade de dar aula.

Gosto de trocar com as pessoas. Falo tudo o que lembro sobre o tema, Afinal de contas, são 20 anos nessa área...

Acredito que é possível formar agentes transformadores.

Tem muita gente querendo, esperando essa mudança interna. 

Acredito que uma das funções da educação é motivar, sinalizar, trocar e informar os estudantes. O principal objetivo deve ser a formação de agentes transformadores.

Eu acredito na educação!

Obrigado, por me convidar.

jetro.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Orishas - 537 CUBA

Zé Ramalho - Garoto de aluguel

Zeca Baleiro -Telegrama

Jica y Turcão interpretam "Dig Dim/Hit the road jack/Bobão" no Estúdio S...

Jica y Turcão tocam "Cama de gato/Cantareira" no Estúdio Showlivre

Entre Dilma e Marina, escolha não ser machista.

131014-Madilma
Como debater eleições (e mesmo criticar as candidatas) sem abrir brechas àquele restinho de machismo que você guarda em si…
Por Marília Moschkovich, na coluna Mulher Alternativa
Nas eleições presidenciais de 2010, pela primeira vez uma mulher era candidata e tinha chances reais de ser eleita (e foi). O desespero das diversas fatias da oposição deu impulso a uma onda misógina e machista durante a campanha. Foi para debater o assunto e rebater tanto sexismo que o grupo Blogueiras Feministas, por exemplo, foi criado. Havia quem não apoiasse Dilma, entre elas. Isso jamais significou, porém, que valia tudo e qualquer coisa para atacá-la.
A mais ou menos um ano da próxima eleição presidencial e, desta vez, com duas figuras femininas de base forte disputando cargos no executivo, precisamos tomar o triplo do cuidado.
Os ânimos se exaltam e é fácil agirmos sem pensar. Criticar Marina Silva pela estética (“feiosa”) e pelo tipo de roupa (“carola”) não é nada diferente de dizer que Dilma parece um Ewok (aqueles ursinhos fofos da saga Star Wars, lembra?), ou de publicar em jornais que – absurdo! é o fim! – a presidenta desfilará sozinha, sem “sua família”, na ocasião da posse. “Não há nada tão parecido com um machista de direita quanto um machista de esquerda”, dizem por aí. Serve o mesmo aqui: “Não há nada tão parecido com uma crítica machista à Dilma quanto uma crítica machista à Marina”.
Os ataques machistas vêm, como o machismo, em diversas fontes, cores, tamanhos e vozes. Uma palavra aqui, uma maneira de classificar ali, um adjetivo usado pra desqualificar acolá. A questão central é quais são as críticas que escolhemos fazer a nossas adversárias políticas, em primeiro lugar. Em segundo, de que maneira as faremos. Esses são os dois aspectos centrais do “machismo-de-campanha” que assistimos todos os anos pela tevê e nos jornalhões, mas também nos blogs e microblogs de jornalistas independentes (sem falar nos comentários… ah, os comentários!).
Ao escolher um aspecto de qualquer candidata mulher para criticar, reflita se você escolheria criticar a mesma coisa num candidato homem. Não parece meio imbecil gostar ou desgostar de Serra “porque ele é careca”? Então por que a estética serviria para gostar ou desgostar de uma candidata mulher? Outro tipo de crítica comum às mulheres é sua vida pessoal. Na única vez em que eu vi um candidato homem ser desonestamente criticado por isso (foi o Kassab, na prefeitura de São Paulo), toda a esquerda e a direita tomaram-lhe as dores e o apoio a sua candidatura cresceu. A história foi bem diferente quando disseram que Marta Suplicy era uma vadia por se separar de Eduardo.
Como regra geral, vale o bom-senso. Se você não observaria essa mesma coisa num candidato homem, há 99,9% de chances de sua escolha estar baseada em machismo – ainda que você, individualmente, não seja machista “convicto/a”.
Então tem isso, que é o que escolhemos criticar. Mas tem também a maneira como escolhemos criticar. Quer dizer, se escolhermos criticar a trajetória política de Marina Silva, por exemplo. É possível abordar essa trajetória de diversas maneiras, assim como a trajetória de Dilma Roussef. Uma das coisas que mais tenho lido por aí (e ainda falta um ano!) é que Marina Silva é “autoritária”, por um lado, e “se faz de boazinha”, por outro.
Se saírmos da política e perguntarmos às mulheres que conhecemos, profissionais de diferentes áreas em posição de liderança, que críticas elas mais ouvem no trabalho, podem apostar: “autoritária” (e derivados) e “boazinha” / “falsa” (e derivados da combinação) certamente estarão entre eles. Quando um homem mostra sua personalidade nas suas decisões profissionais (sobretudo políticos), isso é tratado como sendo apenas sua personalidade, e não um problema. Quando as mulheres mostram sua personalidade, ela é sempre um grande problema, sejam elas autoritárias, boazinhas, ou tendo qualquer outro traço. É uma armadilha fácil de cair, para qualquer pessoa, mesmo aquelas fortemente preocupadas com as diversas opressões de nossa sociedade.
Por isso, muito, muito, muito cuidado.
A largada para a “corrida presidencial” foi dada. Colecionemos as críticas às trajetórias, propostas e ideias de candidatos e candidatas. Troquemos informações. Façamos blogs. Utilizemos a internet ao máximo. Mas, sobretudo, recusemos as velhas formas de pensar, que nos aprisionam quem quer que seja a presidenta – ou o presidente.
Avancemos, enfim.